Lucro Real ou Presumido, uma escolha que exige cuidados.

O empresário brasileiro vive em constante luta para driblar o peso dos tributos, portanto a escolha do regime tributário é essencial para a sobrevivência da empresa, além de proporcionar uma carga tributária menos onerosa.

Entre os regimes tributários praticados no Brasil, lucro presumido e lucro real estão entre os mais utilizados. Em parte, isso se deve ao fato de que muitas empresas não se encaixam no Simples Nacional, mas também, pode se tratar de uma escolha estratégica. A Legislação determina quais empresas não podem aderir a um determinado regime tributário. Algumas restrições se aplicam no caso de opção pelo Lucro Presumido e mais restrições se aplicam no caso de opção pelo Simples. Porém, todas podem ser Lucro Real. Acredito que, a restrição mais conhecida pelas pessoas seja a do faturamento: R$ 4,8 milhões anuais para enquadramento no Simples e até R$ 78 milhões anuais para Lucro Presumido.

Uma perfeita análise tributária é essencial na vida de uma empresa. O planejamento tributário, um conjunto de sistemas legais que visam diminuir o pagamento de tributos, é vital para garantir o enquadramento tributário correto da empresa. É importante que este planejamento ocorra anualmente, afinal, a situação individual de uma mesma empresa pode mudar de um ano para o outro.

Busque profissionais com conhecimento para orientar e, principalmente, que esteja atualizado e entenda todos os impactos das escolhas do empreendedor. Ressalto também que o empresário precisa desenvolver mecanismos de controle de suas operações para tomadas de decisão, independente do regime de tributação que escolheu. As exigências com referência às obrigações acessórias das empresas do Lucro Presumido ou do Lucro Real são muito semelhantes.

Abaixo apresento as diferenças entre os regimes:

No Lucro Real, o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são determinados a partir do lucro contábil, apurado pela pessoa jurídica, acrescido de ajustes (adições e exclusões). O PIS e COFINS são determinados através do regime não cumulativo, creditando-se valores das aquisições realizadas de acordo com os parâmetros e limites legais.

No Lucro Presumido realiza-se a tributação simplificada do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro (CSLL). Outro detalhe é que as empresas tributadas pelo Lucro Presumido não podem aproveitar os créditos do PIS e da COFINS, por estarem fora do sistema não cumulativo, no entanto, recolhem tais contribuições com alíquotas mais baixas do que aquelas exigidas pelo Lucro Real.

A King Contabilidade, presente há 58 anos no mercado contábil, conta com profissionais qualificados para assessorar as empresas no momento desta importante decisão.

Fonte: Neusa Soares, Gerente Contábil da King Contabilidade

Dia do Comerciante – 16 de Julho

Considerado um dos trabalhos mais antigos do mundo, o comércio é uma atividade extremamente importante para o desenvolvimento econômico do país. Para marcar esse dia especial, o presidente da Associação Comercial de São Paulo e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, Alencar Burti, deu esse depoimento especial à King Contabilidade, que conta com diversos clientes na área do Comércio.

Pedra fundamental de qualquer economia, o comércio é responsável pela distribuição de tudo o que é produzido e atende às necessidades da população, praticamente em todo o território nacional. Quase todo lugar tem como referência uma figura de uma grande empresa ou, então, de um pequeno negócio comercial. O comércio também tem papel fundamental para a indústria, pois é o canal do qual ela se vale para distribuir sua produção, além de ser uma fonte de orientação sobre os desejos e hábitos dos consumidores, produzindo sempre o que o mercado está demandando. Temos orgulho por representar e apoiar os comerciantes há mais de um século”, comenta o presidente da ACSP.

A Mármara Colchões, cliente da King Contabilidade, nos concedeu uma entrevista falando um pouco de como é a rotina de um comerciante.

Trata-se de uma loja de revenda de colchões e está no bairro da Penha há 27 anos. À frente está Fabiana Fré, 43 anos, formada em Administração de Empresa com ênfase em Propaganda e Marketing, junto com seu irmão Francisco, a mãe Célia e mais cinco funcionários.

Um negócio de família, que começou com os avós italianos bem antes e no mesmo bairro. Naquela época vendiam tecidos e colchões. Sua avó mesmo sem estudos era ágil nos cálculos e tinha muita visão de negócio.

“Ela comprava tecido na 25 de março e revendia, fazia almofadas, itens de decoração para noivas, era uma loja muito procurada pelas costureiras da região. Até que um dia um representante de um fabricante perguntou se ela não queria também vender colchões e assim começamos”, comenta Fabiana.

Desde pequenos, Fabiana e seu irmão passavam as férias na loja e foram se familiarizando dentro do ambiente de vendas. Até o momento que Fabiana assumiu o negócio.

O tempo passou e o comércio se deparou com outra realidade, vendas pela internet, o que não intimidou a empresária, afinal vender colchões pela internet nem sempre traz a total satisfação do cliente, algo complicado, pois é um produto muito pessoal e isso acaba levando o cliente a fazer suas compras presencialmente. Em questão de tecnologia optaram pelo uso do Whatsapp, por onde muitas vendas são iniciadas e finalizadas.