Receita altera obrigatoriedade relativa às informações sobre criptoativos

Em 11 de julho de 2019 foi publicado no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 1.899, que trata da obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB). A obrigação do contribuinte de assinar o conjunto de informações relativas a operações com criptoativos a ser enviado de forma eletrônica mediante o uso de certificado digital válido, se restringirá aos casos em que o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da RFB assim o exigir. As pessoas físicas poderão, por exemplo, acessar o serviço por meio de acesso, ao invés de precisar de certificado digital. A prestação de algumas informações relativas a dados cadastrais foi prorrogada para janeiro de 2020, período em que ocorre a entrega dos dados referentes a dezembro de 2019. A medida viabiliza a realização de diligências pelas exchanges de criptoativos em relação a grande número de clientes, como objetivo de obter dados exigidos pela RFB. De acordo com a norma, em relação aos titulares da operação, devem constar as seguintes informações: nome da pessoa física ou jurídica; endereço; domicílio fiscal e número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), conforme o caso, ou o Número de Identificação Fiscal (NIF) no exterior, quando houver, no caso de residentes ou domiciliados no exterior e as demais informações cadastrais.

Fonte AASP

O Raio-X do Consumidor

Você é pontual com o pagamento de suas contas?

Entrou em vigor a lei do cadastro de bons pagadores, a partir do último dia 9 de julho. Instituído na Lei Complementar 166, de abril deste ano, prevê a adesão automática no repasse das informações, sem a prévia autorização, para que informações de histórico de pagamento possam ser avaliadas. Tal cadastro já existia, porém era necessário que a pessoa ou empresa permitisse a inclusão neste cadastro. Agora o Cadastro Positivo apresentará informações a respeito dos créditos e dívidas, como um raio-x da saúde financeira de pessoas físicas e jurídicas, e vale dizer que tais informações permanecerão por 15 anos. Ressaltamos que é possível solicitar a retirada do nome da pessoa/empresa deste cadastro, através de uma requisição feita juntamente aos bureaus de crédito, como Serasa, SPC e Boa Vista Serviços.

Esta lei proporciona aos bons pagadores usufruir de alguns benefícios, como juros mais baixos, no entanto os consumidores que estão na linha de risco, terão dificuldades em financiamentos. As contas de consumo, como contas de luz, água e celular, e a pontualidade nos pagamentos de empréstimos, como a fatura do cartão de crédito, um crediário ou financiamento imobiliário, serão fonte para qualificar se a pessoa ou empresa é bom ou mau pagador. Atualmente, apenas as grandes instituições financeiras têm informações detalhadas sobre os correntistas.

A lei que torna a inclusão automática já está em vigor, mas ainda depende de uma regulamentação do governo federal.

 

King Contabilidade conquista a Certificação do PQEC

Você já pensou quais requisitos são necessários na hora de escolher um assessoramento contábil? Com certeza, a qualidade nos serviços, a confiabilidade e a segurança das suas informações, entram na sua lista de principais requisitos.

Pensando nisso, a King Contabilidade está constantemente aprimorando seus padrões de excelência no atendimento e na prestação dos serviços e, em julho, conquistou pelo 3º ano consecutivo, a Certificação no PQEC. Esta certificação valoriza e incentiva as empresas contábeis na busca pela excelência de seus serviços, e é fundamental conscientizar o mercado da importância da classe contábil.

 

Nossa meta é a superação através de um atendimento de extrema qualidade, o que nos propicia por 3 anos consecutivos conquistar esta certificação, comenta o presidente da King, Márcio Shimomoto

E-COMMERCE – sonho ou pesadelo ?

O comércio eletrônico deve atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões em 2019, conforme estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.  As micro e pequenas empresas devem aumentar sua participação no faturamento, atingindo 29%. A participação dos marketplaces no faturamento do setor também deve registrar crescimento em 2019.

Conforme dados acima mencionados, é visível que o crescimento expressivo do Comércio Eletrônico ocorre devido à elevação da confiança do consumidor.
E pensando nos donos de micro e pequenos negócios que buscam se qualificar para atuar nesse segmento, a King Contabilidade apresenta 10 passos importantes para que o e-commerce não se transforme em um pesadelo. Acompanhe:

1.     Escolher o modelo de negócio: Loja virtual própria ou Marketplace? A loja virtual própria é exclusiva da sua marca. Já o Marketplace, funciona como um shopping virtual, onde várias lojas vendem produtos no mesmo lugar, geralmente de uma empresa conhecida, como Netshoes, Amaozn, Americanas.

2.     Faça a Gestão de estoque, com a adoção de uma plataforma que permita controle de materiais e produtos de forma automatizada, para não correr o risco de vender mais do que pode atender/produzir.

3.     Interaja com o cliente através de múltiplos canais, como “chatbot, call center, e-mail, redes sociais, whatsapp”, entre outros. O importante é que o usuário tenha a sua solicitação atendida da melhor forma e no menor tempo possível.

4.     Controle o fluxo de caixa: Controle de faturamento diário, contas a pagar e receber, lançamentos futuros e investimentos são informações essenciais. E devido à variedade das formas de pagamento, é imprescindível integrar os dados.

5.     Se utilize de estratégias para atrair clientes: os gestores do e-commerce devem dedicar parte do seu tempo pensando nas melhores formas de fazer publicidade. Por isso, é indicado adotar estratégias de marketing digital, como criar uma página sobre o negócio nas redes sociais e alimentá-la sempre.

6.     Invista em fotos de alta qualidade que valorizem todos os atributos do produto, para que o cliente tenha a sensação de que conhece aquilo de perto. Além do aspecto visual, é necessário criar descrições detalhadas, com informações técnicas, formas de uso, o que está incluso na compra, etc.

7.     Invista em logística: cumprir o prazo de entrega é importantíssimo! Mantenha sempre um controle do seu estoque e uma logística de ponta.

8.     Cuidado com fraudes! Nos estabelecimentos físicos e virtuais, a ocorrência de golpes é frequente. No e-commerce é necessário contratar os melhores serviços de segurança para garantir que os dados dos seus consumidores não sejam roubados. Já no Marketplace essa preocupação é da empresa que administra o shopping virtual.

9.     Agregue valor à sua marca. O reconhecimento da marca é conquistado através da credibilidade. Portanto, fique atento aos prazos de entrega, entregue o produto correto. Resolva equívocos com rapidez e mantenha um bom serviço de atendimento ao consumidor.

10.Norma ABNT NBR ISO 10008 e ao Decreto 7962, é necessário que o empresário fique atento à legislação do setor. A razão social da empresa e o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) devem estar em local visível no site, e o cliente também precisa saber onde achar a empresa: coloque os seus endereços físico e eletrônico e outras informações que facilitem a localização e o contato com a loja.

 

Estáticas apontam que os brasileiros são o segundo povo do G20 (grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia) que mais investe na criação do próprio negócio.

“Vários erros ocorrem quando o assunto é a abertura de um negócio próprio, portanto sempre tenha em mente que não basta ter apenas a vontade de se tornar um empreendedor, é necessário se atentar aos detalhes do novo empreendimento, tornando o sonho em realidade e jamais em pesadelo”, comenta a consultora tributária, Elvira de Carvalho.

Enquanto uns choram, a La Roupa vende lenços

O empresário Gustavo Feola conta sua trajetória até chegar no comércio on-line, La Roupa, no quadro “Todo Cliente é Especial”.

A trajetória é longa, desde 1924, seus antepassados iniciaram um comércio de roupas, atacado e varejo, no centro da Penha com uma clientela forte. A famosa Meias Penha enfrentou guerras, crises, mas se manteve firme. Ingressaram de forma marcante no mercado nos anos, 50, 60, 70 e 80 com uma fábrica de meias. Em 1980, seu avô, Sr. Chafi Abrão Neme, decidiu encerrar as atividades da fábrica e permaneceu somente com a loja na Penha. Nosso diferencial sempre foi revender marcas importantes, praticar bons preços e atender os clientes com o respeito e carinho que cada um merece, comenta o empresário Gustavo Feola.

Nos anos 90, Gustavo e sua irmã Alessandra decidiram ingressar nos Shoppings de São Paulo com a marca “Meia&Companhia”, permanecendo neste mercado por quase 15 anos, quando decidiram encerrar a atuação em shopping por motivos particulares. Apenas a Meias Penha se manteve no mercado, porém em 2017 as atividades foram encerradas com o falecimento de seu pai, o Sr. Feola.

Vale ressaltar que o CNPJ da Meias Penha não foi encerrado, pois havia o propósito de reativá-lo, mas sem saber ainda qual seria o formato de atuação, afinal o Gustavo sempre foi apaixonado pelo comércio.

Decidiu então ingressar no universo do e-commerce, um negócio mais dinâmico e que dispensa grandes investimentos, como uma loja física exige. Neste momento nasceu a La Roupa, loja online para o público masculino. Comenta que antes de tomar a decisão deste novo negócio, compartilhou a ideia com a King Contabilidade, sua consultora contábil desde o tempo da Meias Penha, há mais de 20 anos, e seguiu à risca as orientações sobre e-commerce, pois não basta ter apenas a vontade de iniciar um e-commerce, é necessário aprofundar dados importantes que darão sustentação ao negócio, destacando:gestão de estoque, fluxo de caixa, Marketplace, entre outros

Indagamos qual o carro chefe da La Roupa? Gustavo responde de forma imediata: Pijamas e Cuecas.

Como curiosidade, seu avô tinha o costume de colocar lenços ao lado do caixa, um tipo de chamariz. E quando o Gustavo montou a loja online, colocou em discussão se seria positivo disponibilizar lenços, e foi uma tremenda surpresa ver como os lenços ganharam o mercado dos jovens. Portanto, o ditado “enquanto uns choram, outros vendem lenços”, faz parte da filosofia da La Roupa

 

Visite o site: www.laroupa.com.br

Instagram e facebook: @laroupa.shop

 

Lucro Real ou Presumido, uma escolha que exige cuidados.

O empresário brasileiro vive em constante luta para driblar o peso dos tributos, portanto a escolha do regime tributário é essencial para a sobrevivência da empresa, além de proporcionar uma carga tributária menos onerosa.

Entre os regimes tributários praticados no Brasil, lucro presumido e lucro real estão entre os mais utilizados. Em parte, isso se deve ao fato de que muitas empresas não se encaixam no Simples Nacional, mas também, pode se tratar de uma escolha estratégica. A Legislação determina quais empresas não podem aderir a um determinado regime tributário. Algumas restrições se aplicam no caso de opção pelo Lucro Presumido e mais restrições se aplicam no caso de opção pelo Simples. Porém, todas podem ser Lucro Real. Acredito que, a restrição mais conhecida pelas pessoas seja a do faturamento: R$ 4,8 milhões anuais para enquadramento no Simples e até R$ 78 milhões anuais para Lucro Presumido.

Uma perfeita análise tributária é essencial na vida de uma empresa. O planejamento tributário, um conjunto de sistemas legais que visam diminuir o pagamento de tributos, é vital para garantir o enquadramento tributário correto da empresa. É importante que este planejamento ocorra anualmente, afinal, a situação individual de uma mesma empresa pode mudar de um ano para o outro.

Busque profissionais com conhecimento para orientar e, principalmente, que esteja atualizado e entenda todos os impactos das escolhas do empreendedor. Ressalto também que o empresário precisa desenvolver mecanismos de controle de suas operações para tomadas de decisão, independente do regime de tributação que escolheu. As exigências com referência às obrigações acessórias das empresas do Lucro Presumido ou do Lucro Real são muito semelhantes.

Abaixo apresento as diferenças entre os regimes:

No Lucro Real, o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são determinados a partir do lucro contábil, apurado pela pessoa jurídica, acrescido de ajustes (adições e exclusões). O PIS e COFINS são determinados através do regime não cumulativo, creditando-se valores das aquisições realizadas de acordo com os parâmetros e limites legais.

No Lucro Presumido realiza-se a tributação simplificada do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro (CSLL). Outro detalhe é que as empresas tributadas pelo Lucro Presumido não podem aproveitar os créditos do PIS e da COFINS, por estarem fora do sistema não cumulativo, no entanto, recolhem tais contribuições com alíquotas mais baixas do que aquelas exigidas pelo Lucro Real.

A King Contabilidade, presente há 58 anos no mercado contábil, conta com profissionais qualificados para assessorar as empresas no momento desta importante decisão.

Fonte: Neusa Soares, Gerente Contábil da King Contabilidade