Com quantos talentos se faz o sucesso?

Não deixe o medo de errar impedir que você jogue!

Neste mês a colaboradora Fernanda Pires Estevão participa da coluna “Com quantos talentos se faz o sucesso”

A colaboradora Fernanda tem 28 anos, é solteira, formada em Nutrição, e atualmente está cursando a faculdade de Recursos Humanos. Adora assistir bons filmes, tanto que começou a matéria destacando a frase do filme – A Nova Cinderela.

Sua trajetória na King ocorreu em dois episódios: em 2009 ingressou como auxiliar de escritório e neste cargo realizava triagem de documentos e outras tarefas administrativas, e se manteve na empresa até 2012, momento em que foi obrigada a deixar a King por questão do estágio da Faculdade de Nutrição. Neste mesmo ano já estava de posse do diploma de Nutricionista, mas infelizmente o mercado não garantiu uma vaga para a recém-formada. Passou um bom período fora do mercado de trabalho, quando em 2013 conseguiu uma colocação em uma empresa de bolsa de estudos, onde permaneceu por apenas 3 meses, afinal a King ofereceu outra oportunidade para a Fernanda.

Sabe aquele ditado popular “O bom filho a casa torna”? Pois é! Em 2014 a Fernanda retornou à King ocupando o mesmo cargo no Departamento de Logística e Serviços, antigo Roteiro. Não é possível deixar de mencionar nomes que marcaram a história da Fernanda na KING como Roberto Kazu, gerente do departamento de Logística e Serviços, e Sergio Marins, que já não faz mais parte do quadro de colaboradores.
Fernanda permaneceu durante 3 anos no Departamento de Logística, o que proporcionou um maior conhecimento sobre todas as atividades da empresa.
Em 2015 e 2016, através da avaliação de desempenho, Fernanda foi contemplada como a Melhor Funcionária da Empresa. Já em janeiro de 2017, recebeu um convite da Gestora Alessandra Rocha para ingressar no Departamento de Gestão de Pessoas. “Nesta ocasião surgiu uma certa insegurança, pois a mudança causa alguns medos no início, porém eu superei, afinal não podia deixar o medo me impedir de jogar”, comenta Fernanda Pires.

Fernanda vai completar dois anos no Departamento de Gestão de Pessoas e relata que está diariamente adquirindo mais conhecimento, e o melhor é que tem a certeza de que está no lugar certo. Avalia que a questão social é algo muito vivo dentro de si, pois prioriza a união dos colaboradores da empresa. “Sei que sou querida por muitos e afirmo que retribuo este sentimento com respeito e merecimento”, comenta Fernanda Pires.

Na 29° Convenção Anual da King Contabilidade 2018, a colaboradora Fernanda se destacou apresentando as melhores sugestões para aperfeiçoamento dos serviços da empresa, sendo agraciada com um prêmio de gratidão.

Perguntamos quais suas perspectivas na empresa para o futuro e ela prontamente respondeu – O “futuro” é de crescimento profissional e pessoal. Não estou poupando esforços para me tornar uma profissional completa e ajudar a King a escrever uma história de sucesso.

Para encerrar esta entrevista, Fernanda deixa uma mensagem para aqueles que desejam ingressar na King Contabilidade:

 

“Tenha força e sabedoria para correr atrás dos seus sonhos e jamais deixe o seu medo impedir que participe do jogo, Boa Sorte Sempre!”

Fernanda Pires Estevão

 

Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal fala com a King sobre novas exigências do IRPF, malha fina e sonegação

Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, concede entrevista exclusiva para King Contabilidade sobre novas exigências do IRPF, malha fina e sonegação.

King – Neste ano a RFB exigiu mais dados dos contribuintes como inscrição de imóvel, Renavan do Automóvel, o CNPJ das instituições financeiras onde têm conta corrente e investimento. Tais exigências apertam o cerco contra os contribuintes?

Iágaro Jung Martins – Essas informações, da forma em que solicitadas, permitirão a RFB estabelecer cruzamentos estruturados desses dados e sua correlação com as demais informações já disponíveis. Sem dúvida alguma, estas informações possibilitam mais eficiência nas ferramentas de identificação de sonegação ao passo que inibe eventuais tentações em sonegar.

King – Com relação à malha fina, já é possível afirmar que o número de declarações que caem na malha por motivo de sonegação está sendo reduzido?

Iágaro Jung Martins – A retenção menor na comumente chamada malha fina decorre, entre outros fatores, ao maior cuidado dos contribuintes ao transmitir suas declarações e ao aperfeiçoamento dos mecanismos de retenção (parâmetros), que são objeto de aperfeiçoamento constante pela Fiscalização. A Receita usa informações de várias fontes para checar o processamento da declaração. Depois de alguns dias da entrega, o contribuinte já pode conferir no site da Receita se há algum problema.

King – A sonegação fiscal dos contribuintes é um fato que certamente deve ser coibido, porém a falta de correção da tabela de IR é algo que prejudica os contribuintes, afinal se for considerada a inflação acumulada desde 1996 que não foi “repassada” aos contribuintes, a defasagem chega a 88,4%. Quais suas considerações sobre este cenário?

Iágaro Jung Martins – A sonegação e a atualização ou não da tabela do IRPF não tem correlação. Atualmente, em torno de 15% da população brasileira está sujeita a regras de declaração do IRPF (28 milhões declarantes em face de 208 milhões de habitantes).
Uma eventual atualização da tabela reduzirá o número de declarantes, o país aguarda este equilíbrio fiscal. Essa medida depende de aprovação de lei pelo Congresso Nacional, dependerá de indicação orçamentária de qual tributo será majorado em substituição ou qual despesa pública deverá ser descontinuada.

Reoneração da Folha de Pagamento

Governo veta mais setores da economia, para equilibrar as contas.


A Desoneração da Folha de Pagamento foi uma das principais medidas do Plano Brasil Maior, anunciado pelo Governo Federal em 2011 para aumentar a competitividade da indústria nacional e aumentar a contratação e formalização do emprego.

Através desta medida, 56 setores da economia passaram a pagar a contribuição patronal para a Previdência Social calculada sobre um percentual da receita bruta (de 2% a 4,5%, dependendo da época e do setor), em substituição da contribuição de 20% sobre a folha de salários. Sem dúvida tal medida proporcionou resultados positivos, afinal, as empresas beneficiadas puderam realizar investimentos e aumentar a mão-de-obra.

Mas como diz o dito popular “tudo que é bom, dura pouco”, o governo, no desespero, de reequilibrar as contas públicas aprovou a extinção do regime fiscal da “desoneração da folha de pagamento”. Ou seja, iniciamos em 2011 com 56 segmentos, mas hoje, em setembro de 2018, restam apenas 17 segmentos, com expectativa de vigorar dessa forma até 2020. Alguns dos setores que continuam: empresas de TI e TIC, indústria de calçados, couros, confecção/vestuário, têxtil, construção civil, transporte de passageiros (Metro ferroviários e rodoviário) e de cargas, dentre outros setores.

O governo federal aperta o cerco para estas empresas com o fim prematuro da desoneração da folha, cabendo a elas se socorrerem no Poder Judiciário.

Andréa Sardinha Bico, Coordenadora Depto. Pessoal da King Contabilidade.