Inteligência Artificial avança na Contabilidade

A King Contabilidade já se utiliza de IA – Inteligência Artificial para a otimização de suas rotinas

A inteligência artificial (IA) está presente em diversos setores da economia e, na Contabilidade não é diferente, afinal um setor que trabalha diariamente com tarefas de repetição, precisa de tempo para poder exercer um papel diferenciado na vida de seus clientes, ajudando-os em decisões de extrema importância.

O presidente da King Contabilidade, Márcio Shimomoto, lembra do tempo em que o contador era limitado, executando cálculos manualmente e perdendo horas e horas com os números. “As empresas necessitam de outro tipo de suporte, o contador deve diagnosticar os riscos adotando um papel estratégico na gestão das empresas. O ano de 2018 foi decisivo na implementação da IA em nossa empresa. Com a chegada da Beny.Bot conquistamos mais tempo para proporcionar aos nossos clientes um atendimento diferenciado e dar o suporte que eles precisam”, comenta o presidente da King Contabilidade.

A Beny.Bot é uma robô de Inteligência Artificial que fica disponível 24 horas no site da King, em Consultoria Online, e em outros meios de comunicação, como o Whatsapp e o Telegram Corporativos da King. Ela traz respostas simplificadas e instantâneas às dúvidas de quem a aciona, a fim de facilitar o dia a dia dos profissionais da King. A robô é como uma assistente virtual, prestando informações sobre os vencimentos das obrigações contábeis, CFOP de saída, Mei, Consulta CEST, eSocial.

Suzane Higa, assistente de Qualidade da King, ressalta a necessidade de conscientizar os clientes da importância de se adotar o uso de soluções tecnológicas, como a Beny, para agilizar e otimizar o fluxo de informações entre a King e seus clientes.

O trabalho do contador de lançar notas fiscais é coisa do passado, este profissional passa a assumir um novo papel – Consultor Contábil. E para isso, o tempo é seu maior aliado. Com isso, ele compreende a análise cuidadosa das demonstrações financeiras de cada cliente para dar suporte ao sucesso de um negócio.

Márcio Shimomoto – Presidente da King Contabilidade

Exatamente há sete anos fala-se do eSocial. Afinal, ele virou uma lenda?

A King Contabilidade foi conversar com o Prof. Sergio Lopes sobre o eSocial.

O eSocial foi instituído oficialmente pelo Decreto nº 8.373, de 11 de dezembro de 2014. Entretanto, segundo meus arquivos, a primeira notícia publicada sobre o eSocial data de 28/02/2012, sob o título “Vem aí o EFD SOCIAL ou SPED da Folha de pagamento”, que, dentre outras coisas, já alertava “…seria extremamente prudente as empresas reverem os procedimentos adotados na rotina do departamento pessoal, pois o adiamento pode ser ou não cancelado, mas de qualquer forma é bom estarmos preparados!”. E lá se vão sete anos.

Trata-se de uma grande unificação, desde a fonte de envio de informações até um só recebedor (destinatário), sendo que as informações enviadas serão, posterior e simultaneamente, distribuídas para todos os demais órgãos públicos envolvidos (CEF/FGTS, MTE, MPS/INSS, MF/SRF).

É um passo gigantesco no sentido de padronizar, agilizar e consolidar num só Banco de Dados as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais (estas, relacionadas às relações trabalhistas) geradas e transmitidas pelas empresas sediadas no Brasil para os Órgãos Públicos Federais, com o apoio da Tecnologia da Informação.

Inicialmente, devemos salientar que o eSocial, exceto a própria legislação que o criou e está gradualmente definindo sua implantação, não criou novas leis e nem novas obrigações tributárias ou trabalhistas para as empresas. Seu modelo, constituído de tabelas, códigos e rígidos padrões de preenchimento de campos em suas diversas planilhas, trouxe como avanço uma visão integradora da aplicação da legislação trabalhista nas empresas, disciplinando o cumprimento das regras vigentes.

O eSocial apresenta grandes avanços e a possibilidade da fiscalização eletrônica de diversos eventos trabalhistas, tais como, a Folha de Pagamento, as férias, o aviso prévio, os Atestados de Saúde Ocupacional, o cumprimento da legislação de estágio, o cumprimento dos dispositivos legais que regulamentam os pagamentos de insalubridade, periculosidade, penosidade e até mesmo o trabalho noturno.

Há também a promessa do Governo Federal em eliminar uma grande quantidade de documentos hoje produzidos pelos Departamentos de RH/Pessoal, tais como: Livro de Registro de Empregado, GFIP, CAGED, RAIS, DIRF, PPPO, MANAD.

Ensaia-se até mesmo transformar o empregado em fiscal permanente do cumprimento das obrigações das empresas, por meio da consulta eletrônica aos seus dados cadastrais e financeiros (FGTS).

Mas o maior avanço está na obrigatoriedade da integração das três áreas operacionais que atuam na gestão de pessoas nas empresas, a saber: a área de Pessoal, a área de Gestão de RH e a área de Segurança e Saúde Ocupacional.

Para 2019, podemos esperar ajustes e aperfeiçoamentos contínuos por parte do Comitê Gestor, de tal sorte que o processo de aprendizado se prolongará por muito tempo; podemos esperar, também, que as áreas de RH aproveitem o momento, se valorizem, se posicionem estrategicamente e introduzam mecanismos de controle e políticas formais de Gestão de Pessoas, coerentes com as exigências do eSocial.

Segundo o cronograma de implantação divulgado em outubro passado, o processo só se completará em janeiro de 2021 e até lá muitas mudanças poderão acontecer, mas, não tenho dúvidas que o processo é irreversível.

Infelizmente, não é possível afirmar que todas as empresas estão preparadas para o eSocial, muitas apostaram que a lei do eSocial não ia “pegar” e que no meio do caminho o Governo iria revogar o Decreto e esquecer tudo isso, mas, quem apostou nisso, agora está correndo atrás do prejuízo e, muito provavelmente, fazendo tudo às pressas e com muita dor de cabeça e dor no “bolso”.

Praticamente todos os escritórios de contabilidade promoveram palestras informativas para seus clientes, promoveram as qualificações cadastrais e interagiram com seus fornecedores de software para obterem novas versões da Folha de Pagamento preparadas para suportar as exigências do eSocial, como foi o caso da King, que atuou desde o início no sentido de desmistificar o eSocial e preparar seus clientes para sua chegada.

Mesmo assim, muitas empresas não acompanharam e não perceberam que o velho modelo de gestão de RH estava mudando e que seria necessário revisar políticas, processos, comportamentos e decisões no âmbito da gestão de pessoas, e não o fizeram, até porque o eSocial não se resume a preenchimento de campos em um cadastro ou em planilhas de folha de pagamento e movimentação de pessoal, ele é, acima de tudo, uma nova forma de pensar e atuar nas relações “capital x trabalho”. “É um novo começo que exige um novo modelo de gestão de pessoas”.

Prof. Sergio Lopes

“Nos Conformes” proporciona conexão entre Contribuintes e Administração Tributária

O Coordenador da Administração Tributária da Sefaz/SP, Gustavo Gaudie Ley, fala sobre o Programa “Nos Conformes”

Com a edição da Lei Complementar nº 1.320, de 06 de abril de 2018, que instituiu o Programa “Nos Conformes”, o Estado de São Paulo estabeleceu um conjunto de normas visando ampliar a orientação tributária, facilitar e incentivar a autorregularização e a conformidade fiscal, reduzir os custos de conformidade para os contribuintes, e aperfeiçoar a comunicação entre os contribuintes e a Administração Tributária, prevendo, assim, a adoção de diversas medidas para estimular o cumprimento voluntário das obrigações tributárias por parte dos contribuintes.

O Programa “Nos Conformes” não ocasionará mais dificuldades para as empresas, ao contrário, o principal objetivo do programa é criar condições para a construção de um ambiente de confiança recíproca entre os contribuintes e a Administração Tributária, e, além de buscar um ambiente que signifique melhoria na condução dos negócios, a Administração Tributária vem ampliando os atendimentos nos Postos Fiscais para que os contribuintes possam buscar a orientação tributária e as possibilidades de autorregularização.

Este programa visa estimular a concorrência leal, com a introdução de práticas de fiscalização mais orientadoras, incentivando o contribuinte para que regularize espontaneamente suas obrigações tributárias, principais e acessórias, garantindo maior eficiência do sistema tributário como um todo. Dessa forma, através da orientação tributária, o fisco oferecerá oportunidade de aprendizado e melhor compreensão dos direitos e deveres dos contribuintes e, através do monitoramento fiscal e da autorregularização, a Administração Tributária pretende oferecer facilidade e agilidade para demandas que são direitos do contribuinte, o que tende a reduzir os níveis de inadimplência com o Fisco estadual, além de criar um ambiente de segurança jurídica benéfico para a concorrência leal e a atração de investimentos de longo prazo no Estado.

A Lei Complementar 1.320/2018 determina que para implementação do Programa “Nos Conformes”, com base nos princípios, diretrizes e ações previstos na referida lei complementar, os contribuintes do ICMS serão classificados pela Secretaria da Fazenda nas categorias “A+”, “A”, “B”, “C”, “D”, “E” e “NC” (Não Classificado)”, sendo que essa classificação poderá ser implementada gradualmente pela Secretaria da Fazenda em função do regime de apuração do contribuinte, do porte empresarial, da atividade econômica e de outros fatores previstos em regulamento.

O Decreto que regulamentará a Lei Complementar 1.320/2018 esteve sob consulta pública e as sugestões recebidas estão sendo analisadas e debatidas pelo corpo técnico da Secretaria da Fazenda e, paralelamente à análise das sugestões ao Decreto, a Secretaria da Fazenda está desenvolvendo um novo sistema para a classificação dos contribuintes do ICMS.

Para a fase de testes do novo sistema, foi editada a Resolução SF nº 105, de 27/09/2018, disciplinando a implementação gradual do Sistema de Classificação, com acesso restrito, a partir de 17/10, podendo cada contribuinte consultar sua classificação por meio do Posto Fiscal Eletrônico, através de usuário/senha ou com certificado digital. Os contabilistas possuem acesso ao Sistema de Classificação, a partir de 22/11, com as mesmas funcionalidades das pessoas físicas do quadro societário e administradores dos contribuintes, constantes do CADESP da empresa.

Neste primeiro momento, foram classificados apenas os contribuintes do ICMS do Regime Periódico de Apuração (RPA), ou seja, ainda não foram classificados os contribuintes optantes do Simples Nacional, MEI (Microempreendedores Individuais) e Produtores Rurais.

No período em que vigorar a Resolução SF nº 105/2018, que será até 28/02/2019, serão adotados dois critérios para a classificação:
1) Adimplência das obrigações pecuniárias tributárias vencidas e não pagas relativas ao ICMS;
2) Aderência entre escrituração ou declaração e os documentos fiscais emitidos ou recebidos pelo contribuinte.

A classificação pelo critério de obrigações pecuniárias tributárias vencidas e não pagas relativas ao ICMS ocorrerá em função do tempo de atraso no pagamento e para a classificação pelo critério de aderência serão considerados os valores indicados nos documentos fiscais emitidos e recebidos pelo contribuinte e aqueles regularmente lançados em sua escrituração fiscal ou declarados.

Gustavo Gaudie Ley

Com quantos talentos se faz o sucesso?

O céu não tem limites.

Aparecida Andrade, a Cida, como gosta de ser chamada, nasceu na cidade de São Paulo, mas passou um período da sua vida morando no estado de Alagoas, portanto ela é paulistana de nascimento e alagoana de coração. Técnica em Ciências Contábeis, Cida possui uma grande fortuna, são três pedras preciosas: seus filhos, Isabela e Filipe, e o Davi, seu neto.

Cida é nossa quarta participante da coluna “Com quantos talentos se faz o sucesso”

Ingressou na área tributária no ano de 2005. Na época, cursava ciências contábeis na Universidade Anhembi Morumbi, e desde então trabalhou em empresas contábeis, sempre na área tributária.

Em 2010, ocorreu o seu desligamento do terceiro escritório de contabilidade, nesta ocasião ocupava o cargo de analista fiscal, tinha como objetivo proporcionar mais dedicação à família e igreja. Ela relata que foi um período de muita doação e aprendizado, onde teve o privilégio de trabalhar com crianças, jovens e com dependentes químicos.

Em 2011, decidiu voltar para o mercado de trabalho, mas desta vez priorizou um trabalho perto de sua residência, pois proporcionaria mais tempo com a família e, consequentemente, melhor qualidade de vida.

Em uma breve pesquisa no Google, encontrou a “King Contabilidade” e, como não conhecia a empresa, visitou o site e ficou encantada com a King!

Imediatamente encaminhou um currículo e, no mesmo dia, a gestora de Recursos Humanos, Alessandra Rocha, foi convocada para uma entrevista. Participou do processo seletivo e foi aprovada em todos os quesitos. Em julho de 2011, seu nome já fazia parte no quadro de colaboradores da KING CONTABILIDADE.

Na ocasião, ingressou como assistente fiscal, um cargo inferior ao seu último trabalho, com a certeza de que o tempo e seu comprometimento ajustariam tal questão.

Em janeiro de 2012, com seis meses de empresa, surgiu uma vaga para o cargo de coordenadora do Departamento Fiscal, momento esse em que a Diretoria da King avaliou que a Cida tinha habilidades suficientes para assumir o cargo de coordenação. Enfrentou dificuldades no começo da gestão, mas com dedicação e profissionalismo venceu todas os desafios.

Com o decorrer do tempo, os colaboradores foram atraídos pela forma serena e segura da Cida. “Está precisando de um conselho ou uma opinião?”. Cida possui extrema habilidade em lidar com pessoas, e avalia que certamente o seu lado espiritual contribui de forma definitiva.

“Fazer parte da família King é de uma satisfação diária, afinal a gratidão que tenho pela Diretoria e todos que lá estão é imensa, portanto a dedicação é constante, cada dia é um novo desafio e alcançar e oferecer o melhor de mim não tem limites”.

“E tudo o quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração”. Colossense 3:23
Aparecida Andrade

Com quantos talentos se faz o sucesso?

Na janela de um ônibus, um desejo se torna realidade.

Valeria Moura de Oliveira, 36 anos, paulista, corintiana, e mãe da Helisa de 12 anos, é a terceira colaboradora a ser homenageada na coluna “Com quantos talentos se faz o sucesso”.

Em 2010, teve seu primeiro contato com o universo Contábil, ingressando em um escritório de contabilidade localizado na Penha.

Nessa época, Valéria passava diariamente na frente da King Contabilidade, e um sentimento forte sempre a cercava, a fazendo pensar “um dia vou trabalhar nesta empresa, KING”.

Folheando a revista City Penha, visualizou um anúncio da King, momento em que decidiu enviar um currículo e, para sua felicidade, a Gerente Neusa avaliou a candidata com o perfil exato para o Departamento Contábil, pois trazia uma vasta experiência na entrega das declarações de DCTF e Dacon.

Em 01 de fevereiro de 2011 o desejo havia se tornado realidade. Valeria fazia parte do quadro de colaboradores da King Contabilidade!

Porém, como a vida não é exatamente uma novela, depois de três meses surgiu um problema pessoal que ocasionou seu desligamento da King.

Alessandra Rocha, Gerente de Gestão de Pessoas, não permitiu que o nome “King” se apagasse das páginas do livro de Valéria e, exatamente em abril de 2012, Valéria voltou a fazer parte do quadro de colaboradores da KING, ocupando o mesmo cargo, porém com mais tarefas da rotina contábil, como digitação e conciliação contábil, análise dos balancetes e a apuração dos impostos trimestrais das empresas de Lucro Presumido e Lucro Real.

Em 2013, conquistou o diploma de Técnica Contábil, que proporcionou sua promoção em 2014 para assistente contábil. Mesmo com toda a felicidade da conquista, uma certa insegurança a rondava. Por isso, agiu conforme seu slogan de vida: “Faça tudo com amor e responsabilidade, que sempre dará certo”.

Atualmente, como assistente contábil, executa as mesmas tarefas com 2 auxiliares contábeis sob seu comando.

Sempre em busca de aperfeiçoamento, Valéria cursa o 4º semestre de Ciências Contábeis e afirma ser apaixonada pela profissão.

“Amo o que faço! Meu sorriso é constante, tanto para meus colegas como para os clientes, afinal tenho que fazer valer o prêmio do terceiro mais belo sorriso da KING. E o segredo desse meu sorriso? Sou apaixonada primeiramente pela minha filha, pela Vida, pela KING e pelo Corinthians”!

 

Com quantos talentos se faz o sucesso?

Não deixe o medo de errar impedir que você jogue!

Neste mês a colaboradora Fernanda Pires Estevão participa da coluna “Com quantos talentos se faz o sucesso”

A colaboradora Fernanda tem 28 anos, é solteira, formada em Nutrição, e atualmente está cursando a faculdade de Recursos Humanos. Adora assistir bons filmes, tanto que começou a matéria destacando a frase do filme – A Nova Cinderela.

Sua trajetória na King ocorreu em dois episódios: em 2009 ingressou como auxiliar de escritório e neste cargo realizava triagem de documentos e outras tarefas administrativas, e se manteve na empresa até 2012, momento em que foi obrigada a deixar a King por questão do estágio da Faculdade de Nutrição. Neste mesmo ano já estava de posse do diploma de Nutricionista, mas infelizmente o mercado não garantiu uma vaga para a recém-formada. Passou um bom período fora do mercado de trabalho, quando em 2013 conseguiu uma colocação em uma empresa de bolsa de estudos, onde permaneceu por apenas 3 meses, afinal a King ofereceu outra oportunidade para a Fernanda.

Sabe aquele ditado popular “O bom filho a casa torna”? Pois é! Em 2014 a Fernanda retornou à King ocupando o mesmo cargo no Departamento de Logística e Serviços, antigo Roteiro. Não é possível deixar de mencionar nomes que marcaram a história da Fernanda na KING como Roberto Kazu, gerente do departamento de Logística e Serviços, e Sergio Marins, que já não faz mais parte do quadro de colaboradores.
Fernanda permaneceu durante 3 anos no Departamento de Logística, o que proporcionou um maior conhecimento sobre todas as atividades da empresa.
Em 2015 e 2016, através da avaliação de desempenho, Fernanda foi contemplada como a Melhor Funcionária da Empresa. Já em janeiro de 2017, recebeu um convite da Gestora Alessandra Rocha para ingressar no Departamento de Gestão de Pessoas. “Nesta ocasião surgiu uma certa insegurança, pois a mudança causa alguns medos no início, porém eu superei, afinal não podia deixar o medo me impedir de jogar”, comenta Fernanda Pires.

Fernanda vai completar dois anos no Departamento de Gestão de Pessoas e relata que está diariamente adquirindo mais conhecimento, e o melhor é que tem a certeza de que está no lugar certo. Avalia que a questão social é algo muito vivo dentro de si, pois prioriza a união dos colaboradores da empresa. “Sei que sou querida por muitos e afirmo que retribuo este sentimento com respeito e merecimento”, comenta Fernanda Pires.

Na 29° Convenção Anual da King Contabilidade 2018, a colaboradora Fernanda se destacou apresentando as melhores sugestões para aperfeiçoamento dos serviços da empresa, sendo agraciada com um prêmio de gratidão.

Perguntamos quais suas perspectivas na empresa para o futuro e ela prontamente respondeu – O “futuro” é de crescimento profissional e pessoal. Não estou poupando esforços para me tornar uma profissional completa e ajudar a King a escrever uma história de sucesso.

Para encerrar esta entrevista, Fernanda deixa uma mensagem para aqueles que desejam ingressar na King Contabilidade:

 

“Tenha força e sabedoria para correr atrás dos seus sonhos e jamais deixe o seu medo impedir que participe do jogo, Boa Sorte Sempre!”

Fernanda Pires Estevão

 

Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal fala com a King sobre novas exigências do IRPF, malha fina e sonegação

Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, concede entrevista exclusiva para King Contabilidade sobre novas exigências do IRPF, malha fina e sonegação.

King – Neste ano a RFB exigiu mais dados dos contribuintes como inscrição de imóvel, Renavan do Automóvel, o CNPJ das instituições financeiras onde têm conta corrente e investimento. Tais exigências apertam o cerco contra os contribuintes?

Iágaro Jung Martins – Essas informações, da forma em que solicitadas, permitirão a RFB estabelecer cruzamentos estruturados desses dados e sua correlação com as demais informações já disponíveis. Sem dúvida alguma, estas informações possibilitam mais eficiência nas ferramentas de identificação de sonegação ao passo que inibe eventuais tentações em sonegar.

King – Com relação à malha fina, já é possível afirmar que o número de declarações que caem na malha por motivo de sonegação está sendo reduzido?

Iágaro Jung Martins – A retenção menor na comumente chamada malha fina decorre, entre outros fatores, ao maior cuidado dos contribuintes ao transmitir suas declarações e ao aperfeiçoamento dos mecanismos de retenção (parâmetros), que são objeto de aperfeiçoamento constante pela Fiscalização. A Receita usa informações de várias fontes para checar o processamento da declaração. Depois de alguns dias da entrega, o contribuinte já pode conferir no site da Receita se há algum problema.

King – A sonegação fiscal dos contribuintes é um fato que certamente deve ser coibido, porém a falta de correção da tabela de IR é algo que prejudica os contribuintes, afinal se for considerada a inflação acumulada desde 1996 que não foi “repassada” aos contribuintes, a defasagem chega a 88,4%. Quais suas considerações sobre este cenário?

Iágaro Jung Martins – A sonegação e a atualização ou não da tabela do IRPF não tem correlação. Atualmente, em torno de 15% da população brasileira está sujeita a regras de declaração do IRPF (28 milhões declarantes em face de 208 milhões de habitantes).
Uma eventual atualização da tabela reduzirá o número de declarantes, o país aguarda este equilíbrio fiscal. Essa medida depende de aprovação de lei pelo Congresso Nacional, dependerá de indicação orçamentária de qual tributo será majorado em substituição ou qual despesa pública deverá ser descontinuada.

Reoneração da Folha de Pagamento

Governo veta mais setores da economia, para equilibrar as contas.


A Desoneração da Folha de Pagamento foi uma das principais medidas do Plano Brasil Maior, anunciado pelo Governo Federal em 2011 para aumentar a competitividade da indústria nacional e aumentar a contratação e formalização do emprego.

Através desta medida, 56 setores da economia passaram a pagar a contribuição patronal para a Previdência Social calculada sobre um percentual da receita bruta (de 2% a 4,5%, dependendo da época e do setor), em substituição da contribuição de 20% sobre a folha de salários. Sem dúvida tal medida proporcionou resultados positivos, afinal, as empresas beneficiadas puderam realizar investimentos e aumentar a mão-de-obra.

Mas como diz o dito popular “tudo que é bom, dura pouco”, o governo, no desespero, de reequilibrar as contas públicas aprovou a extinção do regime fiscal da “desoneração da folha de pagamento”. Ou seja, iniciamos em 2011 com 56 segmentos, mas hoje, em setembro de 2018, restam apenas 17 segmentos, com expectativa de vigorar dessa forma até 2020. Alguns dos setores que continuam: empresas de TI e TIC, indústria de calçados, couros, confecção/vestuário, têxtil, construção civil, transporte de passageiros (Metro ferroviários e rodoviário) e de cargas, dentre outros setores.

O governo federal aperta o cerco para estas empresas com o fim prematuro da desoneração da folha, cabendo a elas se socorrerem no Poder Judiciário.

Andréa Sardinha Bico, Coordenadora Depto. Pessoal da King Contabilidade.