Segurança da Informação Contábil garante o sucesso de sua empresa

As informações na gestão empresarial e contábil é de extrema importância, elas são seu principal ativo. Por isso, as entidades SESCON-SP e AESCON-SP promovem, anualmente, o Programa CSI – Certificado em Segurança da Informação, idealizado em conjunto com o Instituto Internet no Estado da Arte – ISTART. O programa garante aos clientes das certificadas que todas as informações sobre sua posse, estão seguras.

No dia 29 de maio, 11 empresas de contabilidade preencheram os quesitos necessários para a certificação, onde destacamos a King Contabilidade, certificada pelo terceiro ano consecutivo.

“O contador tem papel fundamental em garantir a confidencialidade e integridade da informação, portanto a certificação é de extrema importância”, comenta Márcio Shimomoto, presidente da King Contabilidade

Durante a cerimônia da certificação, o presidente das entidades, Reynaldo Lima Jr., ressaltou a importância das práticas de Segurança da Informação no atual cenário de avanço da tecnologia e da internet. As empresas certificadas foram parabenizadas pelo pioneirismo. “Vocês estão de parabéns porque, ao invés de lamentar os desafios que nos são impostos estão fazendo acontecer e sendo agente das mudanças no empreendedorismo”, Reynaldo Lima Jr.

Foram 300 empresas que ingressaram neste programa, sendo que dessas, apenas 30 conquistaram a certificação, destacamos a grande São Paulo, com 11 empresas certificadas. O estado de São Paulo registra 4.875 empresas contábeis e, fazer parte das 11 empresas certificadas, é algo de extremo orgulho.

“Reconhecemos o empenho e dedicação destas empresas para a certificação, esperamos que no próximo ano o número de empresas supere nossas expectativas, comenta o presidente da entidade.

Elvira não é lenda é realidade!

Túnel do Tempo…

Em 1984, com 23 anos, Elvira Deonila de Carvalho ingressou na King Contabilidade, inicialmente no Departamento de Legalização.

No início de sua carreira, cursou Contabilidade. Não satisfeita, decidiu cursar Direito, quando passou por 5 anos de desafios, e em 1991 concluiu o curso.

Logo depois de formada, foi transferida para a Advocacia Hatiro Shimomoto, onde permaneceu por 6 anos. Após este período, retornou ao Departamento de Legalização, mas desta vez ocupando o cargo de Gerente, onde permaneceu por 23 anos.

Durante a entrevista, Elvira ressaltou a preocupação em dar detalhes da trajetória profissional, lembrando de um fato inusitado ocorrido há 10 anos. Elvira havia entrado em contato por telefone com a Receita Federal para agendar um atendimento no setor da Malha Fina. No dia seguinte, a RFB entrou em contato com a KING e informou que o atendimento seria transferido de local, não seria mais na Av. Prestes Maia, e sim na Av. Consolação, mantendo mesmo dia, horário e procurar o setor da Malha Fina. Recado dado, Elvira seguiu para RFB no dia, horário e local agendado. Chegando no local, aguardou sua vez de atendimento. Porém, ao ser chamada, o rapaz indagou se a Elvira havia agendado aquele atendimento, e imediatamente Elvira respondeu:

Sim, claro! Tanto que estava agendado na Prestes Maia e transferiram para Consolação, até o nome da atendente passaram.

O atendente da RFB achou estranho e indagou qual o nome da atendente? Elvira prontamente respondeu: – Maria Fina. O atendente não conteve o riso e disse a seguinte frase: – Esta danada da Malha Fina é tão ruim que até mudou de nome. Neste momento, Elvira se deu conta que tinha passado um verdadeiro “Mico”, e todos deram boas gargalhadas.

Em 2011, Elvira foi promovida como Assessora de Diretoria, e desde então são mais de 35 anos de trajetória na King Contabilidade e, com a certeza de que fez a escolha certa, declara: “Hoje, com 59 anos, tenho a satisfação de ser uma profissional realizada, afinal tive a sabedoria de escolher uma empresa que investe e respeita o seu maior capital – O colaborador”, comenta Elvira.

Elvira relata que tem uma posição muito bem definida na empresa em relação aos clientes, que define como as pessoas mais importante do negócio, merecendo todo respeito, atenção e cortesia. Já em relação aos clientes internos/colaboradores, diz o seguinte: A amizade no ambiente de trabalho propicia maior realização, tanto pessoal como profissional.

Como de costume, indagamos sobre suas preferências pessoais e tivemos 2 destaques para dois grupos: natureza e animais, sapatos e perfumes.

Impreterivelmente, todo final de semana Elvira abandona a capital e segue para sua chácara localizada em Capão Bonito, município do Estado de São Paulo, cidade conhecida pelo bolinho de frango e o delicioso “rojão”. O cheiro, a terra e as folhas das árvores que balançam com o vento proporcionam paz de espírito e recarregam as energias.

Já em relação aos sapatos e perfumes, Elvira afirma, rindo, que se trata de um carma.

Elvira de Carvalho

Declaração Anual SIMEI – Saiba como fazer

A Declaração Anual do Simples Nacional do MEI – Microempreendedor Individual (DASN – SIMEI), também conhecida como Declaração Anual de Faturamento, é uma obrigação acessória fundamental para os Microempreendedores se manterem nessa condição com todos os benefícios fiscais aplicados a eles. Nesta declaração, os MEIs devem informar o faturamento anual bruto, incluindo todas as receitas brutas oriundas do comércio, indústria, transportes e fornecimentos de refeições, bem como a receita bruta dos serviços prestados de qualquer natureza, durante o de ano de 2018, e ainda se houve contratação de funcionário no período. O prazo de envio é até 23h59 do dia 31 de maio de 2019.

O processo é simples e pode se realizado pelo próprio microempreendedor. Veja abaixo o passo a passo do processo, e saiba quais são as informações necessárias para transmissão da declaração:

 

CONCEITO 

Preliminarmente, faz-se necessário definir quem é o Microempreendedor Individual (MEI), conforme a Resolução CGSN n° 94/2011artigo 91:

Art. 91. Considera-se Microempreendedor Individual – MEI o empresário a que se refere o art. 966 da Lei n° 10.406, de 2002, optante pelo Simples Nacional, que tenha auferido receita bruta acumulada nos anos-calendário anterior e em curso de até R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) e que:

I – exerça tão-somente as atividades constantes do Anexo XIII desta Resolução;

II – possua um único estabelecimento;

III – não participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador;

IV – não contrate mais de um empregado, observado o disposto no art. 96.

Desse modo, poderá ser considerado MEI o empresário individual que possua um único estabelecimento; mantenha apenas um funcionário; não possua participação ou seja administrador de outra pessoa jurídica; exerça alguma das atividades constantes na Lista de Atividades Permitidas ao MEI; e tenha auferido receita bruta total de no máximo R$ 60.000,00 tanto no ano-calendário anterior, como no ano-calendário corrente.

Cabe salientar que de acordo com as alterações ocorridas com a Lei Complementar n° 155/2016, o limite de receita bruta para enquadramento no MEI passará a ser de R$ 81.000,00 a partir de 1° de janeiro de 2018.

O Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI) é a forma pela qual o MEI pagará, por meio do Documento de Arrecadação (DAS), correspondente ao recolhimento unificado das seguintes importâncias (Resolução CGSN n° 94/2011artigo 92):

  1. a) 5% do limite mínimo mensal do salário de contribuição para a Seguridade Social (salário mínimo) relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual;
  2. b) R$ 1,00 a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto;
  3. c) R$ 5,00 a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.

 

DECLARAÇÃO

Para efetuar o preenchimento da DASN-SIMEI, o contribuinte deverá acessar o Portal do Simples Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/) no menu SIMEI – Serviços > Cálculo e Declaração > DASN-SIMEI – Declaração Anual para o MEI.

 

Tipos de declaração

A DASN-SIMEI poderá ser entregue com as seguintes situações abaixo:

  1. a) Declaração Original – Normal ou Situação Especial (extinção);
  2. b) Declaração Retificadora – Normal ou Situação Especial (extinção).

Na hipótese de haver ocorrido a extinção do MEI durante o período, deverá ser marcada a “Situação Especial” e também informada a data de ocorrência do evento.


Importação de dados

Na elaboração da DASN-SIMEI serão importados os dados constantes no PGMEI, que é o Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para o Microempreendedor Individual. A importação abrange os dados da última apuração realizada para cada período no qual conste como optante pelo SIMEI no ano-calendário escolhido, bem como todos os DAS pagos relativos ao período da declaração.

Caso não tenha sido realizada a apuração de algum período, é emitido um aviso pedindo para que seja regularizada a situação utilizando o PGMEI.

Coleta de informações

Além de realizar a importação de dados do PGMEI, a declaração também possui os seguintes campos para preenchimento manual:

  1. a) valor da Receita Bruta Total (comércio, indústria e serviço de qualquer natureza): deve ser informada a receita bruta total auferida no ano-calendário escolhido, mesmo que seja R$ 0,00.
  2. b) valor da Receita Bruta referente às atividades de comércio, indústria e serviço de transporte intermunicipal e interestadual: deve ser informada a receita bruta total auferida no ano-calendário escolhido referente às atividades de comércio, indústria e serviço de transporte intermunicipal e interestadual, mesmo que seja R$ 0,00. Este campo será inibido se no cadastro do MEI no CNPJ não constar CNAE referente a estas atividades.
  3. c) possuiu empregado durante o período abrangido pela declaração: deve ser informado se contratou ou não empregado).

 

Apesar de não existir a obrigatoriedade de transmissão da apuração mensal, o MEI precisa manter o Relatório Mensal de Receitas Brutas constante no Anexo XII da Resolução CGSN n° 94/2011, o qual deverá ser preenchido até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta. Com isso, ao final do exercício, utilizará estas informações no preenchimento da DASN-SIMEI.

Se o empresário individual houver sido desenquadrado do SIMEI durante o ano-calendário, deverá preencher a DASN-SIMEI abrangendo os fatos geradores ocorridos no período em que esteve na condição de enquadrado (Resolução CGSN n° 94/2011artigo 100§ 2°).

Transmissão, DAS de excesso e recibo

Depois de realizados os preenchimentos e importação de dados, é apresentado um resumo da declaração, mostrando os valores dos tributos devidos em cada período de apuração no ano-calendário, assim como os DAS que foram pagos.

Após selecionar o item “Transmitir”, será efetivada a entrega da declaração e, neste momento, os dados são salvos definitivamente, gerando o número do recibo. Também será disponibilizada opção para a emissão do DAS referente à tributação da receita excedente ao limite, se for o caso. Caso ocorra o vencimento do respectivo DAS de excesso, o mesmo poderá ser atualizado por meio da opção “Imprimir, Atualizar DAS – excesso de receita”, o qual irá recalcular os acréscimos legais.

Em relação ao recibo de entrega, quando a impressão do mesmo não seja efetuada no momento da transmissão da declaração, o contribuinte poderá imprimir o recibo utilizando o aplicativo “Consulta Declaração Transmitida do MEI”, disponível no Portal do Simples Nacional, com utilização de código de acesso.

 

PRAZO DE ENTREGA

O prazo para entrega da DASN-SIMEI (declaração normal) é até o último dia do mês de maio do ano-calendário subsequente ao de ocorrência do fato gerador (Resolução CGSN n° 94/2011artigo 100).

No caso de extinção do MEI, deverá ser entregue a DASN-SIMEI de “Situação Especial” até (Resolução CGSN n° 94/2011artigo 100§ 1°):

  1. a) o último dia do mês de junho, quando a extinção ocorrer no primeiro quadrimestre (janeiro a abril) do ano-calendário;
  2. b) o último dia do mês subsequente à extinção, nos demais casos (maio a dezembro).

 

ENTREGA EM ATRASO

Quando é realizada a entrega da DASN-SIMEI após o prazo, no momento da transmissão é emitida Notificação de Lançamento de MAED (Multa por Atraso na Entrega da Declaração) e DARF para pagamento da multa, que são impressos juntamente com o recibo da declaração.

O cálculo da multa pela entrega fora do prazo ocorre da seguinte forma (Resolução CGSN n° 94/2011artigo 107):

  1. a) 2% ao mês-calendário ou fração, incidentes sobre o montante dos tributos decorrentes das informações prestadas na DASN-SIMEI, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega da declaração ou entrega após o prazo, limitada a 20%;
  2. b) R$ 100,00 para cada grupo de dez informações incorretas ou omitidas.

O cálculo será feito tendo como início o dia seguinte ao término do prazo fixado para a entrega da declaração e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não apresentação, da lavratura do auto de infração. A multa poderá ainda ser reduzida em:

  1. a) 50%, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;
  2. b) 75%, se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação.

Cabe lembrar que a multa mínima a ser aplicada não poderá ser inferior a R$ 50,00.

ECD e ECF – Particularidades e Prazos

A King Contabilidade alerta as empresas para as particularidades e prazos a serem observados em 2019 com relação à ECD e ECF. Conversamos com a advogada tributarista e consultora de empresas, Dra. Renata Soares Leal Ferrarezi, que nos concedeu detalhes sobre estas duas escriturações.

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) e a Escrituração Contábil Digital (ECD) tem naturezas e se destinam a finalidades distintas.

Veja abaixo as particularidades de cada uma delas.


Escrituração Contábil Digital (ECD)

 

A ECD foi instituída para fins fiscais e previdenciários, sendo parte integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), e surgiu para substituir a escrituração que antes era realizada em papel, compreendendo a transmissão dos livros:

  1. Livro Diário e seus auxiliares;
  2. Livro Razão e seus auxiliares;
  3. Livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos lançamentos neles transcritos.

O prazo máximo de entrega é até o último dia útil de maio, ou seja, até 31/05/2019.

Nos casos de extinção, cisão, fusão, incorporação ocorrida entre janeiro e abril/2019, o prazo para entrega também será 31/05/2019. Todavia, se qualquer destes eventos ocorrer entre maio e dezembro/2019, o prazo para entrega será até o último dia do mês seguinte ao do evento.

 

Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

 

Por outro lado, a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) foi instituída com a finalidade de substituir a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIPJ) e é obrigatória tanto para as empresas optantes pelo Lucro Real quanto as optantes pelo Lucro Presumido, além das entidades isentas ou imunes do IRPJ e CSLL, como é o caso das Organizações Não Governamentais (ONGs), exceto:

  1. para as empresas optantes pelo Simples Nacional (ME e EPP);
  2. Autarquias, Fundações e Órgãos Públicos;
  3. Pessoas jurídicas inativas.

Em 2019, o prazo para entrega é até 31/07/2019.

 

Na ECF são fornecidas informações contábeis acerca de todas as operações do negócio que influenciam a composição da base de cálculo e o valor referente ao IRPJ e à CSLL.

Os registros são reunidos em agrupamentos, formando blocos de informações que seguem um padrão definido pela Receita Federal. Cada bloco possui uma sequência das informações e são compostos por um registro de abertura e um de encerramento.

A Receita Federal editou um manual de orientação para o preenchimento da ECF contendo um guia detalhado sobre o que representa cada bloco e o que conter cada linha do registro.

É importante salientar que a ECD é pré-requisito para preencher a ECF, ou seja, a empresa deve recuperar a ECD para que as informações referentes aos lançamentos contábeis sejam utilizadas no preenchimento da ECF, o que diminui a quantidade de informações preenchidas manualmente e o tempo para fazer a escrituração, além de reduzir a possibilidade de erros no preenchimento.

É bom lembrar que nem todos os registros presentes no manual da ECF são obrigatórios para todas as empresas, ou seja, cada empresa deve preencher apenas os blocos referentes ao seu regime tributário.

O preenchimento da ECF pode ser efetuado diretamente por meio do programa validador – chamado de PGE (Programa Geral de Escrituração) da Receita Federal -, ou através de um sistema de gestão contábil, por meio do qual, além dos dados da ECD recuperada, também podem ser aproveitados os dados pertinentes para a geração da ECF que a empresa já informou ao software, inserindo apenas a conta contábil referente a cada registro, pois os dados serão preenchidos automaticamente.

Como a ECF é composta por vários blocos, ela é complexa e trabalhosa, obrigando as empresas a dispensar maior atenção na geração de informações no momento do lançamento, a fim de evitar erros.

A ECF agilizou o processo de acesso do Fisco às informações das empresas e tornou mais eficiente o processo de fiscalização através do cruzamento de dados digital.


Diferenças entre ECD e DCF

Destaque-se que, embora as siglas sejam parecidas, ECD e ECF são duas obrigações distintas, com finalidades específicas e com características e detalhes distintos.
Enquanto a ECD não é obrigatória para todas as empresas, mas apenas para as obrigadas a manter escrituração contábil conforme previsto na legislação comercial, a ECF substituiu a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIPJ) e é obrigatória para quase todas as empresas, exceto para as optantes pelo Simples Nacional, ou seja, para as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Quando a ECF ou ECD são preenchidas erroneamente ou fora do prazo, a empresa fica sujeita à multas. Mas não é só. A não apresentação da ECF e ECD devidamente preenchidos e no prazo correto deixa a empresa em situação irregular perante o Fisco.


Dra. Renata Soares Leal Ferrarezi
Advogada tributarista e consultora de empresas

 

Dia 25 de Abril – Dia do Contabilista

O Presidente da FECONTESP – Federação dos Contabilistas do Estado de São Paulo, Manoel de Oliveira Maia, parabeniza os profissionais contábeis e ressalta a celeridade na atualização das informações desta classe contábil.

A comemoração do “Dia do Contabilista“ é justa porque os profissionais da contabilidade são aqueles que registram e dão suporte a todo empreendimento, portanto, são aqueles que trabalham pelo fortalecimento do produto interno bruto do Brasil.

O diferencial que o profissional contábil deve apresentar é estar atento as mudanças da nossa legislação tributária e financeira que se referem aos empreendedores. O profissional contábil tem a necessidade de aperfeiçoamento contínuo, assim como, aplicar na contabilidade as mudanças exigidas ou emanadas pelo fisco, com os recursos da tecnologia oriundas da informática.

Paixão é a razão de tudo

Sandra Regina Sardinha Pinheiro, paulistana de 45 anos, casada e mãe da Sara, carrega no sangue o DNA pela dança. Sandra é a sétima colaborada que participa da coluna “Com quantos talentos se faz o sucesso”, acompanhe sua trajetória na King.

Sandra ingressou na empresa no ano de 2001 como auxiliar de escritório na King Imóveis, permaneceu neste cargo até 2003, período em que surgiu a oportunidade de um trabalho voluntário no departamento contábil da King Contabilidade. Neste momento decidiu voltar a estudar e imediatamente iniciou um curso básico contábil.

Em uma breve conversa com o diretor, Márcio Shimomoto, indagou sobre a possibilidade de estagiar no Departamento Contábil, e para sua surpresa, conquistou a vaga, mediante o compromisso de cursar o Técnico Contábil. “E aí começou minha história com a King Contabilidade. Em março de 2003 fazia parte do quadro de colaboradores do Departamento Contábil sobre o comando da gerente Neusa, pessoa por quem tenho extrema gratidão, pois muito colaborou para meu crescimento”, comenta Sandra.

No ano seguinte, iniciou o curso Técnico Contábil, quando foi surpreendida com uma gravidez, realizando-se pessoal e profissionalmente. Em 2005 conquistou a graduação de técnica contábil e deu prosseguimento à sua carreira dentro da empresa.

Em 2013 ocorreu seu desligamento da King, e depois de uma semana estava recolocada no mercado de trabalho. Neste momento tomou algumas decisões que garantiriam o seu futuro, inclusive iniciou sua graduação em Ciências Contábeis. Foi um período desafiador, pois desempenhava 3 funções, mãe, estudante e profissional.

Mas todo sacrifício foi reconhecido, e em 2016 recebeu um convite da Gerente Neusa para retornar ao Departamento Contábil da king Contabilidade.

“Sabe aquele momento que parece o túnel do tempo? Lembrei dos 12 anos que estive na empresa, do incentivo que recebi da King para aprimorar meus conhecimentos, não tive dúvidas, o meu “SIM” foi imediato, meu nome retornou para o quadro de colaboradores da King Contabilidade”, comenta Sandra Sardinha.

Atualmente, ocupa o cargo de assistente contábil e afirma que sem atualização constante não existe crescimento, este é um diferencial da King Contabilidade, pois proporciona qualificação para todos os colaboradores.

Perguntamos para Sandra – O que elencaria na sua vida como uma paixão?

Imediatamente respondeu: família, trabalho e a dança. Em relação á dança, a vida não possibilitou a prática desta arte em seu cotidiano. Porém, hoje a sua realização ocorre através de sua filha, que brilha nos palcos.

“A emoção de vê-la no palco é inexplicável, pois talento e beleza estão presentes em cada apresentação, me realizo através do sucesso da Sara. Quando me perguntam se desejo voltar a dançar, meu coração bate mais forte e sinto meus pés saírem do chão, afinal uma paixão não pode ser sufocada, deve ser vivida”, afirma Sandra Sardinha

Benfeitorias em imóveis devem ser declaradas para o Leão?

Joaquim Adir, subsecretário e auditor da Receita Federal do Brasil (RFB), esclarece esta dúvida.

Os contribuintes devem informar para a RFB o valor de compra na ocasião da aquisição do imóvel. Supondo que este imóvel passou por uma reforma, como por exemplo: troca de pisos, pintura, troca de portas e janelas, este tipo de reforma não agrega ao valor do imóvel, portanto deve se manter o valor da ocasião da aquisição. Porém se o imóvel sofrer uma grande reforma, por exemplo, aumentar o número de cômodos, construir edículas, é possível mudar o valor deste imóvel da seguinte maneira:

Valor de aquisição do imóvel R$ 50 mil + Despesas da reforma R$ 20mil = R$ 70mil valor atual do imóvel.

É importante esclarecer que é possível declarar as benfeitorias na declaração de IR, na ficha Bens e Direitos, no campo de código 17 – Benfeitorias. Lembrando que é necessário guardar os recibos destas reformas durante 5 anos, em qualquer situação.

E no caso de venda desse imóvel?

O Ganho de Capital (lucro imobiliário) é a diferença entre o valor pago pelo imóvel (acrescido das benfeitorias, caso haja) e o valor pelo qual está sendo vendido. Exemplo: o imóvel foi adquirido por 300 mil reais em 2007 e o vendeu neste ano, em 2019, por 550 mil reais. Haverá um Ganho de Capital de 250 mil reais. Hoje, a Lei estipula tributação de no mínimo 15% sobre esse Ganho de Capital na compra e venda de imóveis, com isenção em alguns casos.


Veja os casos que os contribuintes estão isentos de recolher este imposto:

  • Indenização da terra nua por desapropriação para fins de reforma agrária, conforme o disposto no § 5º do art. 184 da Constituição Federal de 1988.
  • Contribuintes que venderam imóvel único por um valor inferior a R$ 440 mil estão isentos do pagamento de imposto sobre o Ganho de Capital, desde que não tenham efetuado, nos cinco anos anteriores, venda de outro imóvel a qualquer título, tributada ou não.
  • Também estão isentos do pagamento de imposto sobre Ganho de Capital a venda dos imóveis que foram adquiridos até 1969. O ganho de capital auferido nos casos de permuta de unidades imobiliárias em que não é feito pagamento de diferença em dinheiro também está isento de IR.
  • Com a edição da MP do Bem, em 2005, o ganho de capital obtido com a venda de um imóvel que for utilizado para a compra de outro imóvel residencial, desde que essa compra aconteça em até 180 dias da venda, também está isento do recolhimento de Imposto de Renda.

Joaquim Adir, subsecretário e auditor da Receita Federal do Brasil (RFB)

Mês do Contabilista

No decorrer deste mês de abril, a King Contabilidade abre espaço para depoimentos de importantes entidades homenageando a classe contábil.

Representando a Casa dos Contabilistas, a presidente da AESCON, Ana Corsino Picão, fala sobre a importância desta classe profissional nos dias atuais.

A contabilidade passou por profundas modificações e atualmente é peça indispensável na estratégia das empresas. Requer grandes responsabilidades e muitas habilidades, pois o profissional contábil ocupa um espaço diferenciado no mercado de trabalho.

“Ao longo da minha carreira percebo as mudanças de comportamento da sociedade em relação ao profissional. Estamos em lugar de destaque juntos às corporações. Isso me enche de orgulho e faz com que eu tenha a certeza de ter escolhido o caminho certo. Sou uma contadora apaixonada pela profissão”, afirma presidente da Casa dos Contabilistas.

Trabalhar em prol da profissão, junto às entidades de classe, faz toda diferença. O tempo doado sempre traz muito retorno, principalmente por encontrar profissionais que trabalham pelas mesmas causas.

Não somos concorrentes, somos parceiros que buscam o mesmo ideal: “a valorização da classe contábil”.

Site: www.casadocontabilista.org.br

Face: Casa do Contabilista de Ribeirão Preto

https://www.facebook.com/casadocontabilistarp/

 

O Leão vai pegar você?

Neste carnaval, o leão ganhou espaço nos blocos com a música “Vou te pegar, Vou te morder, O rei Leão vai pegar você”. Na verdade, o carnaval pegou uma semana do prazo da declaração de IR, pois nesse ano a entrega das declaração tem início em 07/03/2019 e vai até 30/04/2019. Portanto, quando o contribuinte abandonar a fantasia, será o momento de acatar as regras da Receita Federal para a entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2019.

Pensando nisso, a King Contabilidade elencou abaixo algumas informações importantes sobre esse período para ajudar os contribuintes.

Estão obrigados a entregar a Declaração, as pessoas físicas:

(i) Que receberam, no ano de 2018, rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70;
(ii) Que receberam, no ano de 2018, rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 mil;
(iii) Que, em qualquer mês do ano passado, tiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto, ou fizeram operações em Bolsas de Valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
(iv) Que, em 31/12/2018, tinham a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00;
(v) Quem optou pela isenção do IR sobre o ganho de capital resultante da venda de imóvel residencial, cujo valor foi usado para a compra de outro imóvel residencial no Brasil, num intervalo de 180 dias, contados da assinatura do contrato;
(vi) Que passou a residir no Brasil em qualquer mês e se encontrava nesta condição em 31/12/2018;
(vii) Aquele que exerce atividade rural, desde que tenha obtido receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 ou queira compensar, no ano-calendário de 2018 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2018.

Atenção, não é necessário informar os saldos de banco em contas correntes abaixo de R$ 140,00, os bens móveis, exceto carros, embarcações e aeronaves, com valor abaixo de R$ 5.000,00, valores de ações, assim como ouro ou outro ativo financeiro, com valor abaixo de R$ 1.000,00 e as dívidas inferiores a R$ 5.000,00 em 31/12/2018.

As novidades para este ano são:

1- Exigência da informação do número de CPF de todos os dependentes menores informados na declaração. No ano passado, essa informação era obrigatória apenas para crianças a partir de 8 anos;

2- As informações dos bens dos contribuintes, tais como, para imóveis: endereço, número de matrícula no registro de imóveis, número de contribuinte do IPTU e data de aquisição do imóvel; para veículo: número do Renavam do veículo, continuam como facultativas, somente em 2020 passarão a ser obrigatórias.

3- Aumento do limite para dedução da contribuição previdenciária do empregado doméstico, que passou de R$ 1.171,84 para R$ 1.200,32;

4- Cabe ao declarante prestar a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto. Esse dado deve constar ao lado dos valores de impostos a pagar ou restituição a receber. O objetivo dessa informação é noticiar a alíquota efetiva sobre os rendimentos menos as deduções.

Outros limites de deduções não foram aumentados e permanecem em R$ 2.275,08 para cada dependente e R$ 3.561,50 para despesas com educação do contribuinte ou para cada dependente.

Permanecem inalteradas as regras para pagamento do imposto, ou seja, o declarante que apurar imposto a pagar poderá dividir o valor a ser pago em até oito cotas mensais, sendo que nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50,00 e o imposto de valor inferior a R$ 100,00 deve ser pago em cota única.

A primeira cota, ou a cota única, deverá ser paga até 30/04/2019 e as demais cotas até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros calculados com base na taxa Selic, podendo o declarante antecipar, total ou parcialmente, o pagamento do imposto ou das cotas.

Outra novidade neste ano é que a pessoa física que apresentar inconsistências na declaração será informada se caiu na malha fina em até 24 horas após a entrega da declaração. Essa informação, até o ano passado, era recebida por aviso após 15 dias da apresentação.

A multa para quem apresentar a Declaração depois do prazo de entrega é de 1% (um por cento) ao mês-calendário ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o Imposto sobre a Renda devido, com valor mínimo de R$ 165,74, e máximo de 20% (vinte por cento) do Imposto sobre a Renda devido.

Lembrando que a declaração pode ser elaborada de três formas:

a) Computador, por meio do Programa Gerador de Declarações (PGD) IRPF 2019, disponível no site da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, através do link http://receita.economia.gov.br/;

b) Dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones, mediante acesso ao serviço “Meu Imposto de Renda”, acessado por meio do aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível nas lojas de aplicativos Google play, para o sistema operacional Android, ou App Store, para o sistema operacional iOS;

c) Computador, mediante acesso ao serviço “Meu Imposto de Renda”, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) no sítio da RFB na Internet, através do link https://cav.receita.fazenda.gov.br, com o uso de certificado digital, e que pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração RFB ou procuração eletrônica.

Marcos Hangui, especialista de Imposto de Renda da King Contabilidade.

“Um por todos, todos por um”

Anderson Rios, 36, solteiro, formado em Recursos Humanos, contabiliza 18 anos na King Contabilidade. Sua trajetória começou em 2001, nesta ocasião ingressou na empresa como arquivista. No decorrer destes anos conquistou algumas ascensões e atualmente ocupa o cargo de Analista do Departamento Pessoal.

Sua motivação diária é conjugar o verbo “Ajudar”, pois está sempre disposto a estender a mão para todos que estão à sua volta. Um por todos, todos por um, este lema nos remete ao tradicional romance de Alexandre Dumas – Os Três Mosqueteiros, uma história que nos ensina sobre lealdade e fidelidade diante de grandes provações. Assim é o Anderson, um rapaz que prioriza ajudar seus colegas de trabalho, criando um espírito de união, afinal a união faz a força.

Não podemos deixar de mencionar que o Anderson possui extrema dedicação com os clientes externos, procurando sempre atender com qualidade e eficiência. Busca sempre aprimorar os conhecimentos através de cursos e treinamentos, pois acredita que a constante atualização em relação às novas leis e condutas relacionadas ao Departamento Pessoal, é necessário.

“O ponto alvo da minha carreira é realizar a pós-graduação voltada na área de Projetos, este passo certamente contribuirá para meu crescimento profissional”, comenta Anderson.

Mas como surgiu esta pessoa que está sempre pronta para ajudar?

Anderson confessa que logo que ingressou na KING, contou com o apoio de pessoas importantes. Se fosse convidado a participar do programa “Pra Quem Você Tira o Chapéu”, prontamente a resposta seria para para Ricardo Terumi e Eduardo Marciano. Eles são os “CARAS”, foram essenciais na minha jornada na King, comenta Anderson.

Anderson mora com a mãe, Rosa Maria, e não omite que quando chega em casa do trabalho ajuda nas tarefas do lar, e não se trata de propaganda, afinal ele já é comprometido com a Andresa Eloi, e os dois já possuem planos para um futuro próximo.

Perguntamos para o Anderson o que gosta de fazer no tempo livre, e ele destacou o Vídeo Game, que serve como um momento de relaxamento das pressões do dia a dia. Anderson também tem o paladar apurado, adora provar novos sabores de cervejas, afinal, onde há cerveja há apetite.

“Como diz o sábio Dr. Hatiro Shimomoto, nossa obrigação é ser útil sempre, e a lei do retorno é imprescindível em nossas vidas”.

Anderson Rios