A trajetória de Thaís Santos Oliveira, assistente contábil da King.

Filha de José e Maria, 31 anos, casada, mãe da pequena Lívia, a sergipana Thaís Santos Oliveira conta sua trajetória profissional na coluna Com quantos Talentos se faz o Sucesso da King Contabilidade.

Em 2014, Thais trabalhava para a Júlio César Drogaria, cliente da King, e cursava a faculdade de Ciências Contábeis. Como precisava de um estágio, conversou com o Sr. Júlio, pois teria que se desligar da Drogaria. Mas ela teve uma surpresa, Júlio levou seu currículo para Elvira de Carvalho, da King Contabilidade.

“E não é que deu certo? fui chamada em uma entrevista para a vaga do Departamento de Legalização da KING, passei por todos os processos, mas meu desejo era o Departamento Contábil, porém fui alertada que somente depois de 1 ano meu desejo poderia se concretizar. Neste momento decidi falar com Alessandra, do RH, de que não ficaria com a vaga no Departamento de Legalização, afinal meu objetivo era a área contábil”, comenta Thais.

Como é cultura da King Contabilidade valorizar a sua principal ferramenta, os “colaboradores”, a decisão da Thaís, fez com que a Alessandra, do RH não hesitasse em ligar para a gerente do Departamento Contábil, na época, Neusa Sousa, e indagar se existia uma vaga. BINGO! Thaís fez um novo processo seletivo, foi aprovada, e em setembro de 2014 ingressou na King Contabilidade ocupando o cargo de auxiliar contábil, mesmo sem nenhuma experiência nesta área, mas com o apoio dos excelentes profissionais conquistou grandes aprendizados.

Passado o período de 3 anos ganhou a promoção para assistente contábil, cargo que ocupa nos dias atuais, e lidera uma equipe de 3 pessoas, sempre enfatizando para seus subordinados que a King é uma escola e que dá possibilidades aos seus colaboradores de se tornarem profissionais de qualidade. Thaís destaca a antiga gerente, Neusa, como a pessoa que lhe deu a oportunidade que tanto almejava e confiou em sua capacidade.

Em fevereiro deste ano, Thais teve o melhor acontecimento de sua vida, a maternidade, a chegada da Lívia trouxe um misto de sentimentos, dentre eles o medo, afinal logo em seguida ao nascimento de sua filha o mundo foi acometido pela Covid-19, um verdadeiro caos. No término da licença maternidade, surgiram algumas outras preocupações, como quem iria cuidar da Lívia com as creches fechadas.

Thais chegou a cogitar em sair da King, mas antes de tomar tal atitude decidiu compartilhar este pensamento com sua atual gerente, Cristiane Almeida. Após esta conversa, se encorajou em dar continuidade em sua vida profissional, acrescentando seu papel de ser mãe. Mas para conciliar o trabalho e a maternidade, ela contou com o apoio de seu marido, Valdir, e seu pai, José. Ambos foram essenciais para seu retorno à King, pois garantiram o bem-estar da pequena Lívia.

“Essa pandemia reforçou meu pensamento que devemos sempre estar presente na vida daqueles que amamos”, comenta Thaís.

E quais os hobbies da colaboradora Thaís?

Apaixonada por leitura, deixa como dica o livro: As Cinco Linguagens do Amor: Como Expressar Um Compromisso de Amor ao Seu Cônjuge – Gary Chapman, e também adora assistir séries.

Como você se vê dentro da King daqui a 5 anos?  

No meu âmbito profissional desejo conquistar mais qualificação e ajudar a qualificar mais pessoas, pois carrego dentro de mim um ensinamento que minha mãe deixou de herança, “Eu quero, eu posso e eu consigo”.

 Thaís Santos Oliveira

Home Office deixa de ser coadjuvante e se torna o novo astro de processos trabalhistas

E quem pensou que ia levar este novo estilo de trabalho na flauta, ledo engano. Recentes levantamentos mostram que os processos trabalhistas envolvendo o home office cresceram aceleradamente, um aumento de 270%. As principais queixas são: a falta de ajuda nos custos para trabalhar remotamente, como gastos com luz e internet, problemas com ergonomia na utilização de mesas, cadeiras e até sofás, e demais questões trabalhistas, além das ligadas à saúde e segurança no trabalho.

Diante deste cenário, parlamentares discutem novas regras para garantir os direitos de empregados e empregadores. Com a grande adesão ao home-office, as empresas precisam levar em conta pontos básicos para este regime de trabalho. Ficou claro que o benefício gerado para as empresas é grande, afinal manter uma estrutura para atender seus empregados demanda um custo alto, mas é necessário adotar regras que garantam os direitos e deveres de ambas as partes, empregador e empregado.

Começando pelo básico, luz e internet, estes itens devem ser contemplados com uma ajuda de custo, levando-se em conta que estes dois itens também são de uso pessoal da família. Outro fator importante é disponibilizar equipamentos para execução do trabalho remoto e a questão da carga horária e horas extras, também precisam de definição clara, pois na reforma trabalhista de 2017, privilegiou a autonomia das vontades das partes, e isso é perigoso. As empresas deverão ficar atentas que durante a jornada de trabalho em casa poderão ocorrer acidentes de trabalho, o que justifica adoção das leis que contemplam esta situação. Muitas empresas estão preservando os benefícios, como: auxílio refeição, adicionais noturno e horas extras, entre outros.

Está claro que há a necessidade de esclarecer alguns pontos e regulamentar várias questões de cunho trabalhista e de segurança e saúde do trabalho, tudo isso é urgente, pois milhares de pessoas encontram-se neste momento em home office. Porém é necessário que ocorra muita ponderação, afinal a redução de custos operacionais para as empresas e a maior satisfação dos funcionários, este estilo de trabalho, o home office, passará a ser realidade para grande parte das empresas brasileiras.

Eduardo Marciano, gerente do Depto. Pessoal da King Contabilidade