Com quantos Talentos se faz o Sucesso – Cristiane de Almeida Araújo

Cristiane de Almeida Araújo, 43 anos, paulistana, casada, e mãe da Maju, é a colaboradora da coluna “Com quantos Talentos se faz o Sucesso” de outubro.

Cristiane conta que sua criação foi baseada no respeito e simplicidade. Seus pais mineiros, Paulo e Tereza, vieram para São Paulo em busca de melhores condições de vida para suas filhas Kátia, Paula, Adriana e Cristiane. Quando fala em família ressalta uma recordação especial, o “café da tarde”, em uma mesa farta de amor se serviam com café, leite, pão, manteiga e, claro que não podia faltar, o tradicional pão de queijo.

Sua primeira formação profissional foi o magistério, mas não exerceu a profissão, pois o salário de professora não possibilitaria ingressar na faculdade, portanto a opção foi ser operadora de caixa em uma rede de drogarias, possibilitando a conclusão da faculdade de Ciências Contábeis.

A próxima etapa seria ingressar em uma empresa de contabilidade. Não foi uma busca fácil, pois a falta de experiência e os baixos salários oferecidos para estagiários eram os principais obstáculos, mas como diz o ditado “A Fé move montanhas”, Cristiane persistiu para fazer valer sua escolha profissional. Muitos currículos foram distribuídos, porém um seguiu para um “endereço de caixa postal” publicado no jornal, sem identificação da empresa. E aí surgiu a curiosidade: Que empresa será?

Tratava-se da Organização King, uma empresa sólida no mercado contábil e com a localização perfeita para Cristiane.

O processo de seleção foi muito tranquilo, feito pelo RH da empresa e posteriormente entrevistada pela gerente e a coordenação do setor contábil, sendo encerrado o processo por uma entrevista com o Dr. Hatiro, fundador da empresa.

Sua imensa fé foi correspondida exatamente no dia 21 de abril de 2001, quando iniciava uma nova história na carreira contábil. Ingressou como auxiliar contábil, e em 2005 teve sua primeira ascensão profissional, assumindo o cargo de Assistente Contábil. Em 2011 tomou posse do cargo de Coordenadora Contábil.

Nestes 18 anos a King foi alicerce no seu crescimento profissional e pessoal, período que construiu uma família e enfrentou uma fase que exigiu muita força, pois no momento que teve sua ascensão como Coordenadora foi surpreendida com o diagnóstico da sua mãe com câncer de mama. Cristiane teve que buscar forças para dar conta do trabalho e conviver com as incertezas de um tratamento árduo, afinal mesmo com o prognóstico otimista para maioria das mulheres, é certo que esta doença tem um profundo impacto psicossocial nos pacientes e seus familiares. “Mas não há vitória sem luta, minha mãe venceu a doença e está do nosso lado, e considero que toda esta luta me fortaleceu”, relata Cristiane.

Mas nada se vence sem a presença de amigos e profissionais, afinal Cristiane pôde contar com o apoio de pessoas especiais para contribuir em seu desenvolvimento profissional, e carrega o sentimento de gratidão e respeito por todos, em especial ao marido Ademir que sempre a incentivou. “Fazer parte da família KING é conviver diariamente em uma empresa com gestão qualificada e humanizada”, comenta a coordenadora contábil.

 

Como você se vê daqui a 5 anos?

No meu futuro profissional espero conquistar mais qualificação e ser exemplo para meus companheiros de trabalho, pois precisamos diariamente de inspiração, e se não for pelo sucesso do trabalho, que seja por nunca ter desistido e ter a disposição para lutar sempre!

Cristiane de Almeida Araujo

King entrevista Dr. Luiz Gustavo Bichara sobre as propostas da Reforma Tributária

Dr. Luiz Gustavo Bichara, sócio fundador do Bichara Advogados e especialista na área tributária e reconhecido entre os principais tributaristas do Brasil, concedeu entrevista exclusiva para a King Contabilidade sobre as propostas de Reforma Tributária.

IVA Federal e o impacto para as PMEs

O Governo ainda não apresentou formalmente a sua proposta de reforma tributária, mas há notícias de que a intenção é não insistir na criação de uma contribuição sobre movimentações financeiras para mitigar perdas de arrecadação na desoneração da folha. Diante desse cenário, para que a desoneração da folha continue sendo contemplada na reforma, tem-se discutido dentre outras possibilidades a do aumento da alíquota do IVA Federal. Para as PMEs, o impacto imediato seria um aumento na carga tributária, o que afetaria bastante o cenário de empreendedorismo no Brasil. Não obstante, o que se espera é que a proposta do Governo mantenha o tratamento diferenciado já previsto na Constituição para esses contribuintes, inclusive com a inclusão do IVA no regime único de arrecadação que hoje é o SIMPLES NACIONAL. Lembre-se que o SIMPLES NACIONAL atualmente contempla os tributos que seriam extintos na reforma tributária, de forma que é natural que os novos tributos sigam essa mesma lógica. Ainda, é possível que a proposta do Governo adote a ideia da PEC nº 45/19, que propõe que as PMEs tenham a opção de recolher o IBS fora do SIMPLES NACIONAL, o que daria direito a crédito tanto para as PMEs quanto para os contribuintes que adquirem seus produtos e serviços. Esse cenário é positivo para as PMEs em cujas operações a apropriação de créditos seja vantajosa e implique diminuição de carga tributária.

Unificação dos Impostos

A principal melhoria que se pretende com a reforma, qualquer que seja a proposta, é simplificar o nosso sistema tributário como uma forma de atrair investimentos e diminuir o custo Brasil. Nesse ponto, é interessante a pesquisa do Banco Mundial que indica que o Brasil exige até 1.958 horas por ano para o cumprimento das obrigações tributárias, índice 8,2 vezes maior que a média global e que leva o Brasil a ocupar o último lugar no ranking mundial nesse quesito. A maior vantagem da unificação de tributos para as empresas, portanto, certamente é a simplificação dos procedimentos para pagamento de tributos. Ainda, a unificação de tributos tem como efeitos colaterais positivos a maior transparência do sistema tributário brasileiro, a redução de custos no cumprimento de obrigações tributárias, a redução dos litígios judiciais e a maior segurança jurídica do sistema. Todavia, é importante deixar claro que para algumas empresas a unificação poderá significar aumento de carga tributária, pois há setores que hoje não são tributados pelo ICMS ou pelo ISS, mas que passarão a sofrer o ônus correspondente a partir da unificação. Esse aumento de carga tributária poderá ou não ser mitigado pela possibilidade de crédito amplo. Nesse ponto, sobre o crédito, há uma certa zona cinzenta em razão do descompasso entre os textos da propostas e as suas justificativas. Para dar o exemplo da PEC 45, em que pese a justificativa se refira à possibilidade de crédito amplo, sob a sistemática de crédito financeiro, a redação fala apenas que o imposto “será não-cumulativo, compensando-se o imposto devido em cada operação com aquele incidente nas etapas anteriores”. Essa redação dá margens para que o legislador infraconstitucional estabeleça limites à possibilidade de apropriação de créditos, de forma que seria interessante refletir no texto normativo de forma inequívoca a mesma ideia de crédito amplo da justificativa.


IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física

Embora possa-se argumentar que a dedução das despesas médicas particulares se relaciona ao chamado mínimo existencial e, em última análise, concretiza a dignidade da pessoa humana, o fato é que ao permitir-se essa dedução diminui-se a arrecadação tributária e, ao menos indiretamente, os recursos para financiar a saúde pública. Para trazer dados, de acordo com a edição de julho de 2019 do “Boletim Mensal sobre os subsídios da União relativos à dedução do IRPF de despesas médicas”, os gastos da União associados às deduções dessas despesas alcançaram R$ 15 bilhões em 2017, equivalentes a 32,8% do total dos gastos tributários em saúde e a 8,9% da arrecadação do IRPF. Essa estratégia do Governo de prever essa renúncia fiscal como política pública de acesso à saúde, na prática, tem tido pouca eficácia, como também demonstra o Boletim, segundo o qual essas deduções são apropriadas apenas pelos 20% mais ricos da população e, nesse contingente, 86% são apropriados pelos 10% mais ricos. Outro ponto está ligado ao enfrentamento do argumento de que as deduções estão ligadas a direitos fundamentais dos contribuintes e, portanto, não poderiam ser suprimidas, é o fato de que hoje por exemplo já há limite para dedução de despesas com educação. Além disso, outras despesas também necessárias à subsistência do contribuinte não são dedutíveis, como é o caso das despesas com alimentação. A verdade, portanto, é que essa argumentação ligada à garantia do mínimo existencial é meio opaca, pois esse objetivo poderia ser igualmente atendido de outras formas. Diante desses dados, é preciso vencer o tabu que envolve o tema para discutir-se alternativas que trarão mais equidade fiscal, a exemplo da eliminação das deduções com despesas médicas no IRPF em contrapartida à diminuição das alíquotas do imposto.

Uma Reforma Tributária ideal

O primeiro ponto que merece destaque é que as propostas deixem mais claro que setores da economia estarão incluídos nos novos impostos. Isso porque há algumas atividades que, a rigor, não estariam contempladas nem no conceito de bens nem no de serviços, a exemplo do setor financeiro, gerando dúvidas sobre sua inclusão na reforma tributária. Outro ponto é que embora as propostas atuais permitam a manutenção dos créditos pelos exportadores, não dispõem sobre a forma de restituição desses valores. Não é prudente deixar esse ponto tão sensível para ser decidido pelo legislador infraconstitucional. Ainda no tema dos créditos acumulados, outra questão que só está previsto no texto substitutivo à PEC nº 110/19 apresentado pelo parecer na CCJ é a dos créditos hoje existentes e acumulados. Uma pesquisa da CNI de 2013 estimou em R$ 90 bilhões os créditos acumulados nos balanços dos contribuintes, que se referem a tributos que seriam extintos na reforma tributária. Por óbvio, o contribuinte precisa ter uma segurança do que vai acontecer com esses créditos. Se a ideia da PEC nº 110/19 vingar, esses créditos serão convertidos em títulos da dívida pública, com prazo de pagamento de até 20 (vinte) anos. Esse modelo não é o ideal, pois trava os recursos dos contribuintes, que precisam estar disponíveis para serem utilizados em seus negócios. Um outro ponto que considero bastante sensível na reforma diz respeito à manutenção de benefícios fiscais que privilegiem o desenvolvimento regional. Quer em função do já comprovado sucesso desses modelos, como é o caso da Zona Franca de Manaus, quer em função da necessidade de se cumprir com a segurança legítima e com a confiança Fisco/contribuinte, esses benefícios não podem ser subitamente alterados unicamente em função de uma mudança do regime tributário. Também sobre os benefícios fiscais, é salutar o texto substitutivo da PEC 110/19 que garante aos contribuintes a fruição de benefícios fiscais concedidos por condições e prazo determinado. Nas regras de transição, é necessário que as propostas abordem como ficará o direito ao crédito dos “estoques de abertura”, i. e., dos bens adquiridos pelos contribuintes antes da vigência do novo regime, como foi feito quando foi instituída a não-cumulatividade do PIS e da COFINS. Por fim, não tem se incluído na pauta a discussão acerca das CIDEs. Essas contribuições têm por definição o produto de sua arrecadação atrelado a uma finalidade estatal específica. Todavia, o TCU tem apontado que essa finalidade não tem sido cumprida, como é o caso do FUST, FUNTTEL e FISTEL (CIDEs que oneram o setor de telecomunicações), em que 90% dos recursos arrecadados desde a sua instituição não foram empregados na finalidade interventiva. Seria produtivo, portanto, que na reforma tributária também endereçássemos a questão das CIDEs, ainda que seja para incluir no texto constitucional disposições que melhor regulamentassem a sua instituição e manutenção, evitando abusos do poder público.

Dr. Luiz Gustavo Bichara, sócio fundador do Bichara Advogados e especialista na área tributária

Carteira de Trabalho Digital ou Carteira de Trabalho em papel

É permitido o trabalhador escolher apenas uma delas

A carteira digital de trabalho passa a ter o mesmo valor, isto é, o mesmo peso legal da carteira de trabalho em papel. Com a publicação das regras, a emissão do documento, a partir de agora, será feita preferencialmente em meio eletrônico.

Acompanhe como é simples emitir a carteira digital de trabalho:

  • Criar uma conta de acesso no site do Governo Federal : acesso.gov.br
  • Após a inscrição, baixar o aplicativo gratuito no IOS ou Android

Segundo a portaria, a carteira de trabalho digital terá como identificação única o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF). O documento digital está previamente emitido para todos os brasileiros e estrangeiros com CPF.

Trabalhadores no ato da contratação não necessitarão apresentar a carteira em papel. Basta informar o número do CPF ao empregador e o registro será realizado diretamente de forma digital.

Empresas que usam o eSocial deverão utilizar somente a carteira de trabalho digital, sem a necessidade de exigir o documento físico.

Para os empregadores que ainda não utilizam o eSocial, a carteira de trabalho em meio físico poderá ser utilizada.

Com quantos talentos se faz o sucesso?

Esta pergunta responde a existência de 59 anos da King, uma empresa que prioriza seu principal ativo, o “Capital Humano”. Neste mês dedicamos este espaço a Alessandra Rocha, gerente de Gestão de Pessoas.

Alessandra começou cedo, uma jovem de 18 anos buscando colocação e aprendizado profissional. Em 2002 ingressou na King na função de recepcionista, neste momento começou sua trajetória de crescimento.

Em 2006 recebeu o convite para ingressar no Departamento de Recursos Humanos, quando descobriu sua habilidade com pessoas, é intrínseca a empatia pelo próximo. “Buscar soluções, e se fazer presente no momento que o colaborador está fragilizado, seja por questões pessoais ou profissionais, doar amor, atenção, compartilhar sentimentos, mostrar para o colaborador que não está sozinho e tem o apoio da empresa, é uma das tarefas que mais me envolve e realiza”, comenta Alessandra Rocha.

Outra característica da Alessandra é sua ligação com Deus. Ela comenta que no momento que surgem novas vagas na empresa, faz uma mentalização “Deus envie uma pessoa que atenda às nossas necessidades e venha somar e crescer nesta empresa”, e assim os mais capacitados chegam na King.

Alessandra comenta a satisfação e orgulho de fazer parte de um setor que é a porta de entrada de novos colaboradores, pois a história de cada um deles começa aqui no Recursos Humanos.

Em 2018 decidiu conquistar mais conhecimento, iniciou um curso de formação de Coaching, que foi essencial para sua vida profissional, pois viabilizou melhorias nas habilidades com os colaboradores da empresa.

Durante sua trajetória alguns nomes merecem ser destacados, além da diretoria, Jacira, sua primeira mentora, Ricardo Terumi, idealizador do convite para ingressar no Departamento Pessoal, portanto responsável pelo seu crescimento profissional, e claro que o gerente do Departamento Pessoal, Eduardo Marciano, gestor da colaboradora que também contribuiu muito no aprendizado. Alessandra fala com emoção de suas amigas, Andrea e Fernanda Pires, que diz serem incríveis profissionais e diariamente estão dispostas a ajudar, enfim, muitos e muitos outros colegas.

Alessandra tem uma segunda atividade que proporciona muito prazer e que também está ligada no relacionamento com pessoas, o universo feminino. Através desta atividade ajuda as mulheres a encontrarem a realização pessoal quebrando paradigmas e construindo uma nova história para cada uma delas.

 

Como você se vê daqui a 5 anos?

Minha visão do futuro é me manter no setor de Gestão de Pessoas da King Contabilidade, dirigindo novos e grandes projetos, afinal fazer parte da história da KING é uma realização profissional.

Elvira não é lenda é realidade!

Túnel do Tempo…

Em 1984, com 23 anos, Elvira Deonila de Carvalho ingressou na King Contabilidade, inicialmente no Departamento de Legalização.

No início de sua carreira, cursou Contabilidade. Não satisfeita, decidiu cursar Direito, quando passou por 5 anos de desafios, e em 1991 concluiu o curso.

Logo depois de formada, foi transferida para a Advocacia Hatiro Shimomoto, onde permaneceu por 6 anos. Após este período, retornou ao Departamento de Legalização, mas desta vez ocupando o cargo de Gerente, onde permaneceu por 23 anos.

Durante a entrevista, Elvira ressaltou a preocupação em dar detalhes da trajetória profissional, lembrando de um fato inusitado ocorrido há 10 anos. Elvira havia entrado em contato por telefone com a Receita Federal para agendar um atendimento no setor da Malha Fina. No dia seguinte, a RFB entrou em contato com a KING e informou que o atendimento seria transferido de local, não seria mais na Av. Prestes Maia, e sim na Av. Consolação, mantendo mesmo dia, horário e procurar o setor da Malha Fina. Recado dado, Elvira seguiu para RFB no dia, horário e local agendado. Chegando no local, aguardou sua vez de atendimento. Porém, ao ser chamada, o rapaz indagou se a Elvira havia agendado aquele atendimento, e imediatamente Elvira respondeu:

Sim, claro! Tanto que estava agendado na Prestes Maia e transferiram para Consolação, até o nome da atendente passaram.

O atendente da RFB achou estranho e indagou qual o nome da atendente? Elvira prontamente respondeu: – Maria Fina. O atendente não conteve o riso e disse a seguinte frase: – Esta danada da Malha Fina é tão ruim que até mudou de nome. Neste momento, Elvira se deu conta que tinha passado um verdadeiro “Mico”, e todos deram boas gargalhadas.

Em 2011, Elvira foi promovida como Assessora de Diretoria, e desde então são mais de 35 anos de trajetória na King Contabilidade e, com a certeza de que fez a escolha certa, declara: “Hoje, com 59 anos, tenho a satisfação de ser uma profissional realizada, afinal tive a sabedoria de escolher uma empresa que investe e respeita o seu maior capital – O colaborador”, comenta Elvira.

Elvira relata que tem uma posição muito bem definida na empresa em relação aos clientes, que define como as pessoas mais importante do negócio, merecendo todo respeito, atenção e cortesia. Já em relação aos clientes internos/colaboradores, diz o seguinte: A amizade no ambiente de trabalho propicia maior realização, tanto pessoal como profissional.

Como de costume, indagamos sobre suas preferências pessoais e tivemos 2 destaques para dois grupos: natureza e animais, sapatos e perfumes.

Impreterivelmente, todo final de semana Elvira abandona a capital e segue para sua chácara localizada em Capão Bonito, município do Estado de São Paulo, cidade conhecida pelo bolinho de frango e o delicioso “rojão”. O cheiro, a terra e as folhas das árvores que balançam com o vento proporcionam paz de espírito e recarregam as energias.

Já em relação aos sapatos e perfumes, Elvira afirma, rindo, que se trata de um carma.

Elvira de Carvalho

Dia 25 de Abril – Dia do Contabilista

O Presidente da FECONTESP – Federação dos Contabilistas do Estado de São Paulo, Manoel de Oliveira Maia, parabeniza os profissionais contábeis e ressalta a celeridade na atualização das informações desta classe contábil.

A comemoração do “Dia do Contabilista“ é justa porque os profissionais da contabilidade são aqueles que registram e dão suporte a todo empreendimento, portanto, são aqueles que trabalham pelo fortalecimento do produto interno bruto do Brasil.

O diferencial que o profissional contábil deve apresentar é estar atento as mudanças da nossa legislação tributária e financeira que se referem aos empreendedores. O profissional contábil tem a necessidade de aperfeiçoamento contínuo, assim como, aplicar na contabilidade as mudanças exigidas ou emanadas pelo fisco, com os recursos da tecnologia oriundas da informática.

Paixão é a razão de tudo

Sandra Regina Sardinha Pinheiro, paulistana de 45 anos, casada e mãe da Sara, carrega no sangue o DNA pela dança. Sandra é a sétima colaborada que participa da coluna “Com quantos talentos se faz o sucesso”, acompanhe sua trajetória na King.

Sandra ingressou na empresa no ano de 2001 como auxiliar de escritório na King Imóveis, permaneceu neste cargo até 2003, período em que surgiu a oportunidade de um trabalho voluntário no departamento contábil da King Contabilidade. Neste momento decidiu voltar a estudar e imediatamente iniciou um curso básico contábil.

Em uma breve conversa com o diretor, Márcio Shimomoto, indagou sobre a possibilidade de estagiar no Departamento Contábil, e para sua surpresa, conquistou a vaga, mediante o compromisso de cursar o Técnico Contábil. “E aí começou minha história com a King Contabilidade. Em março de 2003 fazia parte do quadro de colaboradores do Departamento Contábil sobre o comando da gerente Neusa, pessoa por quem tenho extrema gratidão, pois muito colaborou para meu crescimento”, comenta Sandra.

No ano seguinte, iniciou o curso Técnico Contábil, quando foi surpreendida com uma gravidez, realizando-se pessoal e profissionalmente. Em 2005 conquistou a graduação de técnica contábil e deu prosseguimento à sua carreira dentro da empresa.

Em 2013 ocorreu seu desligamento da King, e depois de uma semana estava recolocada no mercado de trabalho. Neste momento tomou algumas decisões que garantiriam o seu futuro, inclusive iniciou sua graduação em Ciências Contábeis. Foi um período desafiador, pois desempenhava 3 funções, mãe, estudante e profissional.

Mas todo sacrifício foi reconhecido, e em 2016 recebeu um convite da Gerente Neusa para retornar ao Departamento Contábil da king Contabilidade.

“Sabe aquele momento que parece o túnel do tempo? Lembrei dos 12 anos que estive na empresa, do incentivo que recebi da King para aprimorar meus conhecimentos, não tive dúvidas, o meu “SIM” foi imediato, meu nome retornou para o quadro de colaboradores da King Contabilidade”, comenta Sandra Sardinha.

Atualmente, ocupa o cargo de assistente contábil e afirma que sem atualização constante não existe crescimento, este é um diferencial da King Contabilidade, pois proporciona qualificação para todos os colaboradores.

Perguntamos para Sandra – O que elencaria na sua vida como uma paixão?

Imediatamente respondeu: família, trabalho e a dança. Em relação á dança, a vida não possibilitou a prática desta arte em seu cotidiano. Porém, hoje a sua realização ocorre através de sua filha, que brilha nos palcos.

“A emoção de vê-la no palco é inexplicável, pois talento e beleza estão presentes em cada apresentação, me realizo através do sucesso da Sara. Quando me perguntam se desejo voltar a dançar, meu coração bate mais forte e sinto meus pés saírem do chão, afinal uma paixão não pode ser sufocada, deve ser vivida”, afirma Sandra Sardinha

Benfeitorias em imóveis devem ser declaradas para o Leão?

Joaquim Adir, subsecretário e auditor da Receita Federal do Brasil (RFB), esclarece esta dúvida.

Os contribuintes devem informar para a RFB o valor de compra na ocasião da aquisição do imóvel. Supondo que este imóvel passou por uma reforma, como por exemplo: troca de pisos, pintura, troca de portas e janelas, este tipo de reforma não agrega ao valor do imóvel, portanto deve se manter o valor da ocasião da aquisição. Porém se o imóvel sofrer uma grande reforma, por exemplo, aumentar o número de cômodos, construir edículas, é possível mudar o valor deste imóvel da seguinte maneira:

Valor de aquisição do imóvel R$ 50 mil + Despesas da reforma R$ 20mil = R$ 70mil valor atual do imóvel.

É importante esclarecer que é possível declarar as benfeitorias na declaração de IR, na ficha Bens e Direitos, no campo de código 17 – Benfeitorias. Lembrando que é necessário guardar os recibos destas reformas durante 5 anos, em qualquer situação.

E no caso de venda desse imóvel?

O Ganho de Capital (lucro imobiliário) é a diferença entre o valor pago pelo imóvel (acrescido das benfeitorias, caso haja) e o valor pelo qual está sendo vendido. Exemplo: o imóvel foi adquirido por 300 mil reais em 2007 e o vendeu neste ano, em 2019, por 550 mil reais. Haverá um Ganho de Capital de 250 mil reais. Hoje, a Lei estipula tributação de no mínimo 15% sobre esse Ganho de Capital na compra e venda de imóveis, com isenção em alguns casos.


Veja os casos que os contribuintes estão isentos de recolher este imposto:

  • Indenização da terra nua por desapropriação para fins de reforma agrária, conforme o disposto no § 5º do art. 184 da Constituição Federal de 1988.
  • Contribuintes que venderam imóvel único por um valor inferior a R$ 440 mil estão isentos do pagamento de imposto sobre o Ganho de Capital, desde que não tenham efetuado, nos cinco anos anteriores, venda de outro imóvel a qualquer título, tributada ou não.
  • Também estão isentos do pagamento de imposto sobre Ganho de Capital a venda dos imóveis que foram adquiridos até 1969. O ganho de capital auferido nos casos de permuta de unidades imobiliárias em que não é feito pagamento de diferença em dinheiro também está isento de IR.
  • Com a edição da MP do Bem, em 2005, o ganho de capital obtido com a venda de um imóvel que for utilizado para a compra de outro imóvel residencial, desde que essa compra aconteça em até 180 dias da venda, também está isento do recolhimento de Imposto de Renda.

Joaquim Adir, subsecretário e auditor da Receita Federal do Brasil (RFB)

Mês do Contabilista

No decorrer deste mês de abril, a King Contabilidade abre espaço para depoimentos de importantes entidades homenageando a classe contábil.

Representando a Casa dos Contabilistas, a presidente da AESCON, Ana Corsino Picão, fala sobre a importância desta classe profissional nos dias atuais.

A contabilidade passou por profundas modificações e atualmente é peça indispensável na estratégia das empresas. Requer grandes responsabilidades e muitas habilidades, pois o profissional contábil ocupa um espaço diferenciado no mercado de trabalho.

“Ao longo da minha carreira percebo as mudanças de comportamento da sociedade em relação ao profissional. Estamos em lugar de destaque juntos às corporações. Isso me enche de orgulho e faz com que eu tenha a certeza de ter escolhido o caminho certo. Sou uma contadora apaixonada pela profissão”, afirma presidente da Casa dos Contabilistas.

Trabalhar em prol da profissão, junto às entidades de classe, faz toda diferença. O tempo doado sempre traz muito retorno, principalmente por encontrar profissionais que trabalham pelas mesmas causas.

Não somos concorrentes, somos parceiros que buscam o mesmo ideal: “a valorização da classe contábil”.

Site: www.casadocontabilista.org.br

Face: Casa do Contabilista de Ribeirão Preto

https://www.facebook.com/casadocontabilistarp/