Com quantos Talentos se faz o Sucesso – Cristiane de Almeida Araújo

Cristiane de Almeida Araújo, 43 anos, paulistana, casada, e mãe da Maju, é a colaboradora da coluna “Com quantos Talentos se faz o Sucesso” de outubro.

Cristiane conta que sua criação foi baseada no respeito e simplicidade. Seus pais mineiros, Paulo e Tereza, vieram para São Paulo em busca de melhores condições de vida para suas filhas Kátia, Paula, Adriana e Cristiane. Quando fala em família ressalta uma recordação especial, o “café da tarde”, em uma mesa farta de amor se serviam com café, leite, pão, manteiga e, claro que não podia faltar, o tradicional pão de queijo.

Sua primeira formação profissional foi o magistério, mas não exerceu a profissão, pois o salário de professora não possibilitaria ingressar na faculdade, portanto a opção foi ser operadora de caixa em uma rede de drogarias, possibilitando a conclusão da faculdade de Ciências Contábeis.

A próxima etapa seria ingressar em uma empresa de contabilidade. Não foi uma busca fácil, pois a falta de experiência e os baixos salários oferecidos para estagiários eram os principais obstáculos, mas como diz o ditado “A Fé move montanhas”, Cristiane persistiu para fazer valer sua escolha profissional. Muitos currículos foram distribuídos, porém um seguiu para um “endereço de caixa postal” publicado no jornal, sem identificação da empresa. E aí surgiu a curiosidade: Que empresa será?

Tratava-se da Organização King, uma empresa sólida no mercado contábil e com a localização perfeita para Cristiane.

O processo de seleção foi muito tranquilo, feito pelo RH da empresa e posteriormente entrevistada pela gerente e a coordenação do setor contábil, sendo encerrado o processo por uma entrevista com o Dr. Hatiro, fundador da empresa.

Sua imensa fé foi correspondida exatamente no dia 21 de abril de 2001, quando iniciava uma nova história na carreira contábil. Ingressou como auxiliar contábil, e em 2005 teve sua primeira ascensão profissional, assumindo o cargo de Assistente Contábil. Em 2011 tomou posse do cargo de Coordenadora Contábil.

Nestes 18 anos a King foi alicerce no seu crescimento profissional e pessoal, período que construiu uma família e enfrentou uma fase que exigiu muita força, pois no momento que teve sua ascensão como Coordenadora foi surpreendida com o diagnóstico da sua mãe com câncer de mama. Cristiane teve que buscar forças para dar conta do trabalho e conviver com as incertezas de um tratamento árduo, afinal mesmo com o prognóstico otimista para maioria das mulheres, é certo que esta doença tem um profundo impacto psicossocial nos pacientes e seus familiares. “Mas não há vitória sem luta, minha mãe venceu a doença e está do nosso lado, e considero que toda esta luta me fortaleceu”, relata Cristiane.

Mas nada se vence sem a presença de amigos e profissionais, afinal Cristiane pôde contar com o apoio de pessoas especiais para contribuir em seu desenvolvimento profissional, e carrega o sentimento de gratidão e respeito por todos, em especial ao marido Ademir que sempre a incentivou. “Fazer parte da família KING é conviver diariamente em uma empresa com gestão qualificada e humanizada”, comenta a coordenadora contábil.

 

Como você se vê daqui a 5 anos?

No meu futuro profissional espero conquistar mais qualificação e ser exemplo para meus companheiros de trabalho, pois precisamos diariamente de inspiração, e se não for pelo sucesso do trabalho, que seja por nunca ter desistido e ter a disposição para lutar sempre!

Cristiane de Almeida Araujo

King entrevista Dr. Luiz Gustavo Bichara sobre as propostas da Reforma Tributária

Dr. Luiz Gustavo Bichara, sócio fundador do Bichara Advogados e especialista na área tributária e reconhecido entre os principais tributaristas do Brasil, concedeu entrevista exclusiva para a King Contabilidade sobre as propostas de Reforma Tributária.

IVA Federal e o impacto para as PMEs

O Governo ainda não apresentou formalmente a sua proposta de reforma tributária, mas há notícias de que a intenção é não insistir na criação de uma contribuição sobre movimentações financeiras para mitigar perdas de arrecadação na desoneração da folha. Diante desse cenário, para que a desoneração da folha continue sendo contemplada na reforma, tem-se discutido dentre outras possibilidades a do aumento da alíquota do IVA Federal. Para as PMEs, o impacto imediato seria um aumento na carga tributária, o que afetaria bastante o cenário de empreendedorismo no Brasil. Não obstante, o que se espera é que a proposta do Governo mantenha o tratamento diferenciado já previsto na Constituição para esses contribuintes, inclusive com a inclusão do IVA no regime único de arrecadação que hoje é o SIMPLES NACIONAL. Lembre-se que o SIMPLES NACIONAL atualmente contempla os tributos que seriam extintos na reforma tributária, de forma que é natural que os novos tributos sigam essa mesma lógica. Ainda, é possível que a proposta do Governo adote a ideia da PEC nº 45/19, que propõe que as PMEs tenham a opção de recolher o IBS fora do SIMPLES NACIONAL, o que daria direito a crédito tanto para as PMEs quanto para os contribuintes que adquirem seus produtos e serviços. Esse cenário é positivo para as PMEs em cujas operações a apropriação de créditos seja vantajosa e implique diminuição de carga tributária.

Unificação dos Impostos

A principal melhoria que se pretende com a reforma, qualquer que seja a proposta, é simplificar o nosso sistema tributário como uma forma de atrair investimentos e diminuir o custo Brasil. Nesse ponto, é interessante a pesquisa do Banco Mundial que indica que o Brasil exige até 1.958 horas por ano para o cumprimento das obrigações tributárias, índice 8,2 vezes maior que a média global e que leva o Brasil a ocupar o último lugar no ranking mundial nesse quesito. A maior vantagem da unificação de tributos para as empresas, portanto, certamente é a simplificação dos procedimentos para pagamento de tributos. Ainda, a unificação de tributos tem como efeitos colaterais positivos a maior transparência do sistema tributário brasileiro, a redução de custos no cumprimento de obrigações tributárias, a redução dos litígios judiciais e a maior segurança jurídica do sistema. Todavia, é importante deixar claro que para algumas empresas a unificação poderá significar aumento de carga tributária, pois há setores que hoje não são tributados pelo ICMS ou pelo ISS, mas que passarão a sofrer o ônus correspondente a partir da unificação. Esse aumento de carga tributária poderá ou não ser mitigado pela possibilidade de crédito amplo. Nesse ponto, sobre o crédito, há uma certa zona cinzenta em razão do descompasso entre os textos da propostas e as suas justificativas. Para dar o exemplo da PEC 45, em que pese a justificativa se refira à possibilidade de crédito amplo, sob a sistemática de crédito financeiro, a redação fala apenas que o imposto “será não-cumulativo, compensando-se o imposto devido em cada operação com aquele incidente nas etapas anteriores”. Essa redação dá margens para que o legislador infraconstitucional estabeleça limites à possibilidade de apropriação de créditos, de forma que seria interessante refletir no texto normativo de forma inequívoca a mesma ideia de crédito amplo da justificativa.


IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física

Embora possa-se argumentar que a dedução das despesas médicas particulares se relaciona ao chamado mínimo existencial e, em última análise, concretiza a dignidade da pessoa humana, o fato é que ao permitir-se essa dedução diminui-se a arrecadação tributária e, ao menos indiretamente, os recursos para financiar a saúde pública. Para trazer dados, de acordo com a edição de julho de 2019 do “Boletim Mensal sobre os subsídios da União relativos à dedução do IRPF de despesas médicas”, os gastos da União associados às deduções dessas despesas alcançaram R$ 15 bilhões em 2017, equivalentes a 32,8% do total dos gastos tributários em saúde e a 8,9% da arrecadação do IRPF. Essa estratégia do Governo de prever essa renúncia fiscal como política pública de acesso à saúde, na prática, tem tido pouca eficácia, como também demonstra o Boletim, segundo o qual essas deduções são apropriadas apenas pelos 20% mais ricos da população e, nesse contingente, 86% são apropriados pelos 10% mais ricos. Outro ponto está ligado ao enfrentamento do argumento de que as deduções estão ligadas a direitos fundamentais dos contribuintes e, portanto, não poderiam ser suprimidas, é o fato de que hoje por exemplo já há limite para dedução de despesas com educação. Além disso, outras despesas também necessárias à subsistência do contribuinte não são dedutíveis, como é o caso das despesas com alimentação. A verdade, portanto, é que essa argumentação ligada à garantia do mínimo existencial é meio opaca, pois esse objetivo poderia ser igualmente atendido de outras formas. Diante desses dados, é preciso vencer o tabu que envolve o tema para discutir-se alternativas que trarão mais equidade fiscal, a exemplo da eliminação das deduções com despesas médicas no IRPF em contrapartida à diminuição das alíquotas do imposto.

Uma Reforma Tributária ideal

O primeiro ponto que merece destaque é que as propostas deixem mais claro que setores da economia estarão incluídos nos novos impostos. Isso porque há algumas atividades que, a rigor, não estariam contempladas nem no conceito de bens nem no de serviços, a exemplo do setor financeiro, gerando dúvidas sobre sua inclusão na reforma tributária. Outro ponto é que embora as propostas atuais permitam a manutenção dos créditos pelos exportadores, não dispõem sobre a forma de restituição desses valores. Não é prudente deixar esse ponto tão sensível para ser decidido pelo legislador infraconstitucional. Ainda no tema dos créditos acumulados, outra questão que só está previsto no texto substitutivo à PEC nº 110/19 apresentado pelo parecer na CCJ é a dos créditos hoje existentes e acumulados. Uma pesquisa da CNI de 2013 estimou em R$ 90 bilhões os créditos acumulados nos balanços dos contribuintes, que se referem a tributos que seriam extintos na reforma tributária. Por óbvio, o contribuinte precisa ter uma segurança do que vai acontecer com esses créditos. Se a ideia da PEC nº 110/19 vingar, esses créditos serão convertidos em títulos da dívida pública, com prazo de pagamento de até 20 (vinte) anos. Esse modelo não é o ideal, pois trava os recursos dos contribuintes, que precisam estar disponíveis para serem utilizados em seus negócios. Um outro ponto que considero bastante sensível na reforma diz respeito à manutenção de benefícios fiscais que privilegiem o desenvolvimento regional. Quer em função do já comprovado sucesso desses modelos, como é o caso da Zona Franca de Manaus, quer em função da necessidade de se cumprir com a segurança legítima e com a confiança Fisco/contribuinte, esses benefícios não podem ser subitamente alterados unicamente em função de uma mudança do regime tributário. Também sobre os benefícios fiscais, é salutar o texto substitutivo da PEC 110/19 que garante aos contribuintes a fruição de benefícios fiscais concedidos por condições e prazo determinado. Nas regras de transição, é necessário que as propostas abordem como ficará o direito ao crédito dos “estoques de abertura”, i. e., dos bens adquiridos pelos contribuintes antes da vigência do novo regime, como foi feito quando foi instituída a não-cumulatividade do PIS e da COFINS. Por fim, não tem se incluído na pauta a discussão acerca das CIDEs. Essas contribuições têm por definição o produto de sua arrecadação atrelado a uma finalidade estatal específica. Todavia, o TCU tem apontado que essa finalidade não tem sido cumprida, como é o caso do FUST, FUNTTEL e FISTEL (CIDEs que oneram o setor de telecomunicações), em que 90% dos recursos arrecadados desde a sua instituição não foram empregados na finalidade interventiva. Seria produtivo, portanto, que na reforma tributária também endereçássemos a questão das CIDEs, ainda que seja para incluir no texto constitucional disposições que melhor regulamentassem a sua instituição e manutenção, evitando abusos do poder público.

Dr. Luiz Gustavo Bichara, sócio fundador do Bichara Advogados e especialista na área tributária

Carteira de Trabalho Digital ou Carteira de Trabalho em papel

É permitido o trabalhador escolher apenas uma delas

A carteira digital de trabalho passa a ter o mesmo valor, isto é, o mesmo peso legal da carteira de trabalho em papel. Com a publicação das regras, a emissão do documento, a partir de agora, será feita preferencialmente em meio eletrônico.

Acompanhe como é simples emitir a carteira digital de trabalho:

  • Criar uma conta de acesso no site do Governo Federal : acesso.gov.br
  • Após a inscrição, baixar o aplicativo gratuito no IOS ou Android

Segundo a portaria, a carteira de trabalho digital terá como identificação única o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF). O documento digital está previamente emitido para todos os brasileiros e estrangeiros com CPF.

Trabalhadores no ato da contratação não necessitarão apresentar a carteira em papel. Basta informar o número do CPF ao empregador e o registro será realizado diretamente de forma digital.

Empresas que usam o eSocial deverão utilizar somente a carteira de trabalho digital, sem a necessidade de exigir o documento físico.

Para os empregadores que ainda não utilizam o eSocial, a carteira de trabalho em meio físico poderá ser utilizada.

Com quantos talentos se faz o sucesso?

Esta pergunta responde a existência de 59 anos da King, uma empresa que prioriza seu principal ativo, o “Capital Humano”. Neste mês dedicamos este espaço a Alessandra Rocha, gerente de Gestão de Pessoas.

Alessandra começou cedo, uma jovem de 18 anos buscando colocação e aprendizado profissional. Em 2002 ingressou na King na função de recepcionista, neste momento começou sua trajetória de crescimento.

Em 2006 recebeu o convite para ingressar no Departamento de Recursos Humanos, quando descobriu sua habilidade com pessoas, é intrínseca a empatia pelo próximo. “Buscar soluções, e se fazer presente no momento que o colaborador está fragilizado, seja por questões pessoais ou profissionais, doar amor, atenção, compartilhar sentimentos, mostrar para o colaborador que não está sozinho e tem o apoio da empresa, é uma das tarefas que mais me envolve e realiza”, comenta Alessandra Rocha.

Outra característica da Alessandra é sua ligação com Deus. Ela comenta que no momento que surgem novas vagas na empresa, faz uma mentalização “Deus envie uma pessoa que atenda às nossas necessidades e venha somar e crescer nesta empresa”, e assim os mais capacitados chegam na King.

Alessandra comenta a satisfação e orgulho de fazer parte de um setor que é a porta de entrada de novos colaboradores, pois a história de cada um deles começa aqui no Recursos Humanos.

Em 2018 decidiu conquistar mais conhecimento, iniciou um curso de formação de Coaching, que foi essencial para sua vida profissional, pois viabilizou melhorias nas habilidades com os colaboradores da empresa.

Durante sua trajetória alguns nomes merecem ser destacados, além da diretoria, Jacira, sua primeira mentora, Ricardo Terumi, idealizador do convite para ingressar no Departamento Pessoal, portanto responsável pelo seu crescimento profissional, e claro que o gerente do Departamento Pessoal, Eduardo Marciano, gestor da colaboradora que também contribuiu muito no aprendizado. Alessandra fala com emoção de suas amigas, Andrea e Fernanda Pires, que diz serem incríveis profissionais e diariamente estão dispostas a ajudar, enfim, muitos e muitos outros colegas.

Alessandra tem uma segunda atividade que proporciona muito prazer e que também está ligada no relacionamento com pessoas, o universo feminino. Através desta atividade ajuda as mulheres a encontrarem a realização pessoal quebrando paradigmas e construindo uma nova história para cada uma delas.

 

Como você se vê daqui a 5 anos?

Minha visão do futuro é me manter no setor de Gestão de Pessoas da King Contabilidade, dirigindo novos e grandes projetos, afinal fazer parte da história da KING é uma realização profissional.

Com 42 anos de King, Roberto Kazu Hasegawa, paulista de Valparaíso, é um dos funcionários mais antigos da empresa e conta um pouco de sua história na KING.

Para conseguir a vaga de emprego, precisou de perseverança, afinal nesta época Dr. Hatiro exercia a vida política e sua agenda demandava uma série de compromissos importantes. Foram dois dias de longa espera e só no terceiro dia conseguiu a entrevista com Arlindo, sócio do Dr. Hatiro, mas a demora foi recompensada, pois Kazu ingressou na família KING em 1978. Neste mesmo ano, chegou no mercado o primeiro microcomputador tal como o conhecemos. Esta particularidade é comentada para reforçar que o Kazu passou por muitas transformações tanto pessoais como profissionais.

Foi admitido como roteirista, então diariamente visitava os clientes com o Fusca da empresa, imagine os bairros de São Paulo nos anos 70, nessa década concentrava o maior número de imóveis construídos e ainda presentes na capital paulista. Para as novas gerações, pode ser um mero detalhe, mas trata-se de uma metrópole com 465 anos e Kazu assistiu muita transformação na capital. Nesta época, sua tarefa consistia em entregar e recolher documentos, além de  apurar alguma necessidade dos clientes, e grande parte das empresas eram familiares, então sempre compartilhava de momentos agradáveis com os clientes, como um café quentinho acompanhado de uma boa conversa.

Com 9 anos de empresa, casou-se com Elidia, e nesta mesma época conquistou grandes transformações, pois aprendeu a importância da religião em sua vida. Até que em 1989, passou a fazer trabalhos internos e foi promovido para coordenador, mas continuava a visitar clientes. Em 1994 se tornou gerente do Departamento de Roteiro, atualmente denominado como Departamento de Logística e Serviços, sendo responsável pela manutenção predial e controle de abastecimento e frota de veículos.

“A filosofia da empresa, honestidade, seriedade e clareza, é a razão dos 42 anos de empresa”, afirma Kazu.

Perguntamos sobre seus Hobbies, destaca como seu maior hobby Ba pesca, aprecia o ar livre, pesqueiros, lagos, mares. A pescaria é uma paixão. Os trabalhos manuais também ganham destaque, em casa principalmente, costuma estar sempre atualizado com o que é lançado no mercado de ferramentas manuais

Receita altera obrigatoriedade relativa às informações sobre criptoativos

Em 11 de julho de 2019 foi publicado no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 1.899, que trata da obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB). A obrigação do contribuinte de assinar o conjunto de informações relativas a operações com criptoativos a ser enviado de forma eletrônica mediante o uso de certificado digital válido, se restringirá aos casos em que o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da RFB assim o exigir. As pessoas físicas poderão, por exemplo, acessar o serviço por meio de acesso, ao invés de precisar de certificado digital. A prestação de algumas informações relativas a dados cadastrais foi prorrogada para janeiro de 2020, período em que ocorre a entrega dos dados referentes a dezembro de 2019. A medida viabiliza a realização de diligências pelas exchanges de criptoativos em relação a grande número de clientes, como objetivo de obter dados exigidos pela RFB. De acordo com a norma, em relação aos titulares da operação, devem constar as seguintes informações: nome da pessoa física ou jurídica; endereço; domicílio fiscal e número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), conforme o caso, ou o Número de Identificação Fiscal (NIF) no exterior, quando houver, no caso de residentes ou domiciliados no exterior e as demais informações cadastrais.

Fonte AASP

O Raio-X do Consumidor

Você é pontual com o pagamento de suas contas?

Entrou em vigor a lei do cadastro de bons pagadores, a partir do último dia 9 de julho. Instituído na Lei Complementar 166, de abril deste ano, prevê a adesão automática no repasse das informações, sem a prévia autorização, para que informações de histórico de pagamento possam ser avaliadas. Tal cadastro já existia, porém era necessário que a pessoa ou empresa permitisse a inclusão neste cadastro. Agora o Cadastro Positivo apresentará informações a respeito dos créditos e dívidas, como um raio-x da saúde financeira de pessoas físicas e jurídicas, e vale dizer que tais informações permanecerão por 15 anos. Ressaltamos que é possível solicitar a retirada do nome da pessoa/empresa deste cadastro, através de uma requisição feita juntamente aos bureaus de crédito, como Serasa, SPC e Boa Vista Serviços.

Esta lei proporciona aos bons pagadores usufruir de alguns benefícios, como juros mais baixos, no entanto os consumidores que estão na linha de risco, terão dificuldades em financiamentos. As contas de consumo, como contas de luz, água e celular, e a pontualidade nos pagamentos de empréstimos, como a fatura do cartão de crédito, um crediário ou financiamento imobiliário, serão fonte para qualificar se a pessoa ou empresa é bom ou mau pagador. Atualmente, apenas as grandes instituições financeiras têm informações detalhadas sobre os correntistas.

A lei que torna a inclusão automática já está em vigor, mas ainda depende de uma regulamentação do governo federal.

 

King Contabilidade conquista a Certificação do PQEC

Você já pensou quais requisitos são necessários na hora de escolher um assessoramento contábil? Com certeza, a qualidade nos serviços, a confiabilidade e a segurança das suas informações, entram na sua lista de principais requisitos.

Pensando nisso, a King Contabilidade está constantemente aprimorando seus padrões de excelência no atendimento e na prestação dos serviços e, em julho, conquistou pelo 3º ano consecutivo, a Certificação no PQEC. Esta certificação valoriza e incentiva as empresas contábeis na busca pela excelência de seus serviços, e é fundamental conscientizar o mercado da importância da classe contábil.

 

Nossa meta é a superação através de um atendimento de extrema qualidade, o que nos propicia por 3 anos consecutivos conquistar esta certificação, comenta o presidente da King, Márcio Shimomoto

Enquanto uns choram, a La Roupa vende lenços

O empresário Gustavo Feola conta sua trajetória até chegar no comércio on-line, La Roupa, no quadro “Todo Cliente é Especial”.

A trajetória é longa, desde 1924, seus antepassados iniciaram um comércio de roupas, atacado e varejo, no centro da Penha com uma clientela forte. A famosa Meias Penha enfrentou guerras, crises, mas se manteve firme. Ingressaram de forma marcante no mercado nos anos, 50, 60, 70 e 80 com uma fábrica de meias. Em 1980, seu avô, Sr. Chafi Abrão Neme, decidiu encerrar as atividades da fábrica e permaneceu somente com a loja na Penha. Nosso diferencial sempre foi revender marcas importantes, praticar bons preços e atender os clientes com o respeito e carinho que cada um merece, comenta o empresário Gustavo Feola.

Nos anos 90, Gustavo e sua irmã Alessandra decidiram ingressar nos Shoppings de São Paulo com a marca “Meia&Companhia”, permanecendo neste mercado por quase 15 anos, quando decidiram encerrar a atuação em shopping por motivos particulares. Apenas a Meias Penha se manteve no mercado, porém em 2017 as atividades foram encerradas com o falecimento de seu pai, o Sr. Feola.

Vale ressaltar que o CNPJ da Meias Penha não foi encerrado, pois havia o propósito de reativá-lo, mas sem saber ainda qual seria o formato de atuação, afinal o Gustavo sempre foi apaixonado pelo comércio.

Decidiu então ingressar no universo do e-commerce, um negócio mais dinâmico e que dispensa grandes investimentos, como uma loja física exige. Neste momento nasceu a La Roupa, loja online para o público masculino. Comenta que antes de tomar a decisão deste novo negócio, compartilhou a ideia com a King Contabilidade, sua consultora contábil desde o tempo da Meias Penha, há mais de 20 anos, e seguiu à risca as orientações sobre e-commerce, pois não basta ter apenas a vontade de iniciar um e-commerce, é necessário aprofundar dados importantes que darão sustentação ao negócio, destacando:gestão de estoque, fluxo de caixa, Marketplace, entre outros

Indagamos qual o carro chefe da La Roupa? Gustavo responde de forma imediata: Pijamas e Cuecas.

Como curiosidade, seu avô tinha o costume de colocar lenços ao lado do caixa, um tipo de chamariz. E quando o Gustavo montou a loja online, colocou em discussão se seria positivo disponibilizar lenços, e foi uma tremenda surpresa ver como os lenços ganharam o mercado dos jovens. Portanto, o ditado “enquanto uns choram, outros vendem lenços”, faz parte da filosofia da La Roupa

 

Visite o site: www.laroupa.com.br

Instagram e facebook: @laroupa.shop

 

Com quantos talentos se faz o sucesso, com Jacira Kazumi Tomiyoshi

Jacira Kazumi Tomiyoshi, natural de Dracena, interior de São Paulo, 59 anos, a mesma idade da KING, é a 10ª colaboradora do quadro “Com quantos talentos se faz o sucesso”.

Todos nós temos uma história com relação ao nome, muitos adotaram o nome de avós, outros, nomes de astros, mas a Jacira foi um caso especial, este nome “Jacira”, que é originário do tupi, foi escolhido em uma cartela de Bingo.

“Quando meu pai era indagado como uma japonesa tem nome de índia, ele prontamente respondia: Que não tinha noção de nome de mulher, afinal sempre teve filhos do sexo masculino, então lembrou do único sorteio que foi premiado nas festas natalinas, com o nome de Jacira, portanto, em dezembro ganhou uma caixa de bombom e no mês de janeiro, a doce Jacira”, comenta Jacira.

Iniciou como assessora parlamentar no escritório político do Dr. Hatiro, estabelecida no mesmo endereço da King em outubro de 1985. Com o término do mandato político do Dr. Hatiro em abril de 1999, foi admitida na King como assistente da diretoria e, a partir de 2003, como assistente da presidência.

Apesar de 20 anos atuando na empresa, lá se vão 33 anos na Família KING. Estes anos proporcionaram novos conhecimentos, sem contar que despertou a sede de buscar aprendizado constante, devido à influência do Dr. Hatiro. A colaboradora Jacira destaca com muita ênfase a questão dos valores e princípios da empresa. Estes conceitos estabelecidos norteiam cada colaborador, mostrando o caminho correto para alcançar o sucesso pessoal e, consequentemente, agregando resultados para a empresa. A humildade é fator primordial para o crescimento e convívio dentro da empresa e o otimismo é ingrediente necessário para superar obstáculos.

Seu pilar de sustentação da vida é a Família. Com o pai, sacerdote budista, aprendeu a respeitar todas as religiões, afinal os ensinamentos nos levam a um único Deus. Com a mãe, apesar de seus exímios dotes culinários, habilidade em trabalhos manuais e extremamente caprichosa, herdou apenas o gosto pela leitura. Caçula de 6 irmãos, sendo a única mulher, não teve muitas escolhas na hora de brincar com seus irmãos, foi goleira, brincou de estilingue, bolinhas de gude e de carrinho de rolimã.

Sua primeira e única boneca “SUSI”, da Estrela, chegou quando tinha 8 anos, e ressalta que essa boneca está entre seus pertences até hoje.

Jacira casou 1984, e desta união nasceu o Fábio Makoto Hirakawa, que proporciona um aprendizado contínuo. Digo que apenas repassei o que me ensinaram, o mérito de acatar, seguir sendo respeitoso, amoroso e dedicado é todo dele, comenta a mãe coruja.

Como hobby, a leitura é sua principal paixão, brincar com os seus gatos Nicholas e Nina, e fazer caminhadas também proporcionam momentos de conforto e alegria. A preferência felina faz lembrar da visita ao Zoo Lujan em Buenos Aires, onde teve contato direto com tigres e leões, e comprovou a seguinte tese:

 

“Nada temos a temer nesta vida, desde que o inimigo esteja bem alimentado”.

Jacira Kazumi Tomiyoshi