Alimentação infantil: Um processo que requer paciência e carinho

A alimentação infantil é bem questionada, afinal existe a preocupação por parte dos pais em relação ao que oferecer para a criança e o que será aceito. Comumente, com o desenvolvimento, vem a seletividade alimentar. O que podemos fazer?

“Inicialmente, quero te tranquilizar, pois não necessariamente o seu filho vai comer perfeitamente TODOS os alimentos naturais na infância, como comia na introdução alimentar. E está tudo bem! O que não se deve fazer é: desistir de estimular o consumo de diferentes alimentos e estimular a monotonia alimentar (oferta apenas do que ele aceita)”, comenta Bianca Umbelino, nutricionista.

Dicas para uma boa alimentação infantil

  • Desde a introdução alimentar, até o estirão do crescimento, os filhos vão necessitar de diferentes nutrientes, que serão encontrados nos alimentos naturais e nos minimamente processados. A variedade desses alimentos é fundamental para uma melhor aceitação e absorção dos nutrientes, como é muito bem descrito e estimulado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira.
  • Gosto de lembrar que muitas vezes os pais dificultam o que é simples! Comece esse hábito em você! Pois se no nosso cotidiano temos variedade de alimentos, com prioridade às frutas, verduras, legumes, cereais e leguminosas, poucos ou nenhum ultraprocessado (alimentos industrializados em geral e bebidas açucaradas), provavelmente nossos filhos seguirão esse padrão de preferência. 
  • Caso a família já siga uma alimentação mais natural e ainda assim a criança apresenta muita seletividade, a sugestão é variar as preparações, por exemplo: Abobrinha pode ser apresentada refogada, assada, recheada, na forma de macarrão junto com o macarrão tradicional, no vapor, na seleta de legumes, no vinagrete, no recheio de uma empada ou salgado, na composição de um muffin salgado, entre outras diferentes preparações. Essa estratégia deve ser usada para variar a forma de apresentação do vegetal e não para escondê-lo!
  • Outra sugestão é não forçar a criança a comer nem estimular o comer em troca de algo que ela queira, essas estratégias não proporcionam uma aceitação voluntária.
  • Sempre que puder, deixe o seu filho participar do preparo, para que ele possa estabelecer uma relação com os alimentos e tenha a curiosidade de experimentá-lo, assim, a aceitação tende a ser melhor.
  • Seguindo essa linha, o que funciona bem com os menores é colocar os alimentos no seu prato e deixar a criança pegar, assim ela vê que você gosta e tende a repetir.

Gostou dessas dicas? Escolha algumas para colocar em prática hoje mesmo! Mas lembre-se: paciência e cuidado são essenciais para tornar esse processo viável e amoroso!

Bianca Umbelino de Souza

Instagram: @umbelino.nutri

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