Como manter o controle em momentos de estresse e desequilíbrio?

Como manter o controle em momentos de estresse e desequilíbrio?

Parece estranho, mas em momentos como esses, a dica é: Não se preocupando em se controlar. Isso mesmo!

Por exemplo, a pior coisa que você pode dizer para uma pessoa nervosa é para ela ficar calma, pois como ela não consegue se acalmar, ela tende a ficar cada vez mais nervosa por isso.

Qual é a solução?

A meditação dá chão às areias movediças, de maneira natural e sem esforço. Meditação não é relaxação. Relaxação é ouvir cascatas e passarinhos para desligar a mente, é um estado onde não se resolvem problemas. Meditação é ligar a mente para expandi-la na visão de caminhos que levem à solução dos problemas. 

Benefícios da meditação

Mais recuperadora do que dormir, no estado de meditação consome-se seis vezes menos oxigênio do que dormindo. Portanto, meditar todos os dias provoca uma diminuição na produção de adrenalina e cortisol, hormônios relacionados à ansiedade, déficit de atenção, hiperatividade e stress. Em contrapartida, há um aumento na produção de endorfina, hormônio ligado à sensação de felicidade. Essas mudanças na produção de hormônios foi pesquisa da Universidade da Califórnia, no Davis Center for Mind and Brain. 

Outro efeito da meditação é a ancoragem no presente. Esse estado cria a sensação do agora “estendido”, que reduz a ansiedade, que em geral é derivada de percepção de preocupação com acontecimentos do passado ou do futuro.

Reduzindo a ansiedade, é possível regular o peso, afinal as síndromes das emoções engordam mais do que os alimentos. A culpa, por exemplo, do que se está comendo, “engorda” mais por provocar os desarranjos hormonais do que o próprio alimento em si. O estado meditativo ainda reduz a superativação do metabolismo provocado pela ansiedade, o que reduz a saciedade alimentar. Além disso, faz com que a pessoa coma mais devagar, mastigando mais e “comendo” de forma consciente.

Américo Barbosa é practitioner e pesquisador de Jin Shin Jyutsu, Yoga-mudrás, mudrá vigyan e de técnicas de meditação da Índia, do Tibet e do Japão. É naturoterapeuta com pós em cuidados integrativos (Departamento de Neurologia da Unifesp), professor na Pós da Unifesp e na PUC (Pontifícia Universidade Católica) e doutor em Semiótica. Desenvolveu a técnica Hasta Ananda de meditação simples de autoaplicação para pessoas com dificuldades para meditar ou para quem ama meditar.

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